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sábado, 17 de março de 2012

NASA revela balanço aterrador sobre ataques sofridos em sua rede de computadores

Até a Estação Espacial Internacional (ISS) ficou à mercê do domínio de hackers

Sinônimo de tecnologia de ponta desde sua fundação, em 1958, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) sempre foi vista como uma espécie de celeiro digital no qual os computadores mais modernos do mundo controlam missões a milhares de quilômetros da Terra com segurança e precisão absolutas. Infelizmente, tal imagem carece de revisão. Em depoimento concedido ao Comitê de Ciência, Espaço e Tecnologia do Congresso americano na semana passada, o inspetor-geral da agência espacial, Paul K. Martin, deu detalhes estarrecedores sobre as brechas de segurança nas redes e máquinas do órgão [Veja NASA Cybersecurity: An Examination of the Agency’s Information Security].

Apenas nos dois últimos anos, 5.408 incidentes foram contabilizados. Eles vão desde a simples contaminação por um vírus a invasões organizadas, que partiram de países como Turquia, Estônia e Nigéria. "Algumas das ocorrências afetaram milhares de computadores, causando danos a missões e resultando no roubo de dados sigilosos", disse Martin durante a audiência. No mais grave dos casos, os hackers chegaram a controlar os sistemas do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA. O endereço de IP da máquina que fez o ataque está localizado na China, um dos principais concorrentes dos EUA na corrida espacial contemporânea.

Além das agressões via internet, as máquinas portáteis são outro fator de altíssimo risco, já que apenas 1% dos laptops, tablets e outros computadores de mão da agência são criptografados – processo no qual a informação é codificada de tal maneira que somente a pessoa (ou o computador) com uma chave específica pode decodificá-la. Há cerca de um ano, um notebook com os algoritmos usados para controlar a Estação Espacial Internacional (ISS) foi roubado, colocando em risco uma iniciativa de bilhões de dólares. Por sorte, não houve consequências.

Diante dos fatos, a única resposta possível para a NASA é um investimento cada vez maior em sua segurança digital. Ainda segundo o depoimento do inspetor-geral da agência, US$ 58 milhões de um orçamento anual de U$ 15 bilhões foram gastos no setor em 2011. Os astronautas que vagam pelo espaço a bordo da ISS a 400 km da Terra agradecem.



CRÉDITO: NASA

Sob ataque cibernético, NASA se vê obrigada a investir em segurança virtual urgentemente

CAOS NA SAÚDE DO RIO.

No Rio, abandono e superlotação em hospitais públicos


Quem necessitar atendimento de emergência nos hospitais públicos do estado vai precisar ter persistência. Em Niterói, filas grandes e falta de leitos dificultam o atendimento. No Caju, unidades fechadas impedem que as pessoas recebam a devida assistência.

No Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói, a falta de leitos dificulta o trabalho da emergência, que não consegue receber pacientes. Dona Maria Rodrigues de Matos, 63 anos, sofreu uma queda que resultou numa fissura no braço. Ela foi ao hospital com muitas dores na tarde da quarta-feira, e permanece à espera de um leito para que possa operar.

Seu marido, Adão Correia de Matos, 71, contou que Maria conseguiu fazer radiografia e recebeu analgésicos para eliminar as dores, mas a idosa permanece há dois dias esperando para operar. “Conseguiram encaixar ela no canto de um quarto, mas não nos deram nenhuma previsão de quando irá vagar um leito para que ela possa operar”, contou o aposentado.

A dona de casa Patrícia Silva, 20 anos, grávida de 9 meses, se sentiu mal e procurou atendimento na unidade. Patrícia foi avisada da falta de leitos e terá que procurar outra unidade caso entre em trabalho de parto. “Estou esperando para fazer ultra-sonografia mas já fui avisada que não tem quartos para me receber aqui”, comentou.


Mulher passa por debaixo de portão do Hospital São Sebastião. Abandonado, ele foi ocupado por famílias


No Caju, zona portuária, os dois hospitais que funcionavam na região estão fechados. O Hospital Estadual Anchieta, especializado em ortopedia, parou de atender em janeiro deste ano, quando entrou em processo de reforma.

O caso mais preocupante é do Hospital São Sebastião, também no Caju. Totalmente abandonado, a unidade de saúde, antes referência em infectologia, está ocupada por famílias que transformaram os leitos em suas residências.

A entrada do hospital permanece trancada, mas registramos pessoas entrando e saindo por baixo dos portões de acesso. Nas janelas do antigo prédio hospitalar, é possível ver crianças circulando pelos quartos e roupas penduradas pelo lado de fora.

Um morador do Caju, que trabalha nas proximidades do hospital, disse que o prédio passou por um processo de reformas e foi abandonado em sequencia.

“O hospital está há uns três anos fechado. Reformaram tudo e um ano depois estava parado”, informou o morador que preferiu não se identificar. “A unidade era importante pra todos aqui da região. Agora só serve para essas pessoas que invadiram o prédio” criticou.

Em relação aos hospitais do Caju, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) disse ter notificado a empresa responsável pela vigilância patrimonial do antigo prédio por não ter sido avisada da invasão, e informaram já ter entrado na Justiça com pedido de reintegração de posse do terreno. Sobre o Hospital Estadual Anchieta, a SES informou que a reforma está prevista para ser concluída ainda neste semestre.

A respeito do Hospital Estadual Azevedo Lima, a direção informa que o hospital é a única unidade da região a oferecer atendimento de emergência e essa situação tem sobrecarregado a unidade de saúde. De acordo com a direção, o hospital foi criado para atender pacientes com alta complexidade, mas hoje também atende pacientes com baixa e média complexidade, o que tornou a superlotação uma realidade diária.

Ainda segundo a direção, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Fonseca, construída pelo Governo do Estado e entregue à administração municipal, foi recentemente devolvida ao Estado pela Prefeitura de Niterói. Diante deste quadro, o Hospital Estadual Azevedo Lima é hoje o único a receber pacientes do SAMU e GSE, do Corpo de Bombeiros.

A Secretaria de Estado de Saúde também informou que o Hospital Estadual Azevedo Lima, será contemplado na Parceria Público-Privada (PPP) que vai investir cerca de R$ 900 milhões em nove unidades de saúde no Rio de Janeiro. O projeto para a unidade consiste num perfil redefinido para hospital geral e de trauma, que vai ampliar a oferta e reorganizar o fluxo de atendimentos de urgências e emergências clínicas, cirúrgicas e obstétricas, além de atendimento ao trauma.

Apuração: Renan Almeida

CASTELO BRANCO, PRESIDENTE DE VERDADE!

Justiça rejeita denúncia contra major Curió

ATÉ QUE ENFIM, UM POUCO DE BOM SENSO DA JUSTIÇA!

Com base na Lei de Anistia, o juiz federal João César Otoni de Matos considerou um "equívoco" o pedido de ação do Ministério Público

Major Curió, oficial aposentado do Exército, com documentos do seu arquivo secreto da Guerrilha do Araguaia em Brasília, em 15/06/2009 (Dida Sampaio/AE)



A Justiça Federal no Pará rejeitou denúncia do Ministério Público para prender o agente militar da reserva Sebastião Curió Rodrigues de Moura pelo desaparecimento de cinco guerrilheiros do Araguaia, em 1974. Com base na Lei de Anistia, de 1979, o juiz federal João César Otoni de Matos considerou um "equívoco" o pedido dos procuradores.

Em nota divulgada na tarde desta sexta-feira, Otoni de Matos diz que o Ministério Público não apresenta elementos "concretos" na denúncia contra Curió. "Pretender, depois de mais de três décadas, esquivar-se da Lei da Anistia para reabrir a discussão sobre crimes praticados no período da ditadura militar, é equívoco que, além de desprovido de suporte legal, desconsidera as circunstâncias históricas que, num grande esforço de reconciliação nacional, levaram à sua edição", disse o juiz.

Blog de Reinaldo Azevedo: Ação escandalosamente ilegal dos procuradores que se comportam como se o STF não existisse

O Ministério Público apresentou à Justiça o argumento de que o desaparecimento dos guerrilheiros é um sequestro qualificado e um crime continuado, pois os militantes não apareceram. Os procuradores afirmaram que o crime, por ter "caráter permanente", não estaria coberto pela Lei de Anistia, de 1979. Em 2010, o Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu que a anistia foi ampla, geral e irrestrita, perdoando agentes do estado que cometeram crimes.

Ao rejeitar o pedido, o juiz Otoni de Matos afirma que, em 1995, o estado reconheceu as mortes dos guerrilheiros que estiveram no Araguaia e, para qualificar um crime de sequestro, não basta o fato de os corpos dos militantes não terem sido encontrados. "Aliás, dada a estrutura do tipo do sequestro, é de se questionar: sustenta o parquet (Ministério Público) que os desaparecidos, trinta e tantos anos depois, permanecem em cativeiro, sob cárcere imposto pelo denunciado? A lógica desafia a argumentação exposta na denúncia", diz o juiz federal.

Recurso - O Ministério Público Federal informou que vai recorrer da decisão do juiz. Os procuradores da República que atuam no caso – dos estados do Pará, Rio Grande do Sul e São Paulo – já estão trabalhando no recurso que será apresentado ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

Em nota, o MPF afirmou que a denúncia criminal contra o major Curió não questiona a Lei da Anistia e "observa os precedentes do próprio STF em casos análogos".

(Com Agência Estado)

Filho de governador do Rio defende liberação da maconha e debate sobre a droga .

TÁ EXPLICADO PORQUE ESTA CORJA NÃO GOSTA DE POLICIA E BOMBEIROS!!!

Após tomar posse como novo presidente da Juventude Nacional do PMDB, Marco Antônio Cabral, 20, filho do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), disse ser favorável à liberação da maconha e defendeu um debate sobre a droga no G20, grupo dos países mais ricos do mundo.

“Eu sou favorável [a liberação da maconha] a nível mundial. Discutir isso internamente no Brasil não adiantaria muita coisa. A liberação da maconha é uma tendência natural. O caminho correto para discutir esse tema seria reunir o G20 e conversar a respeito”, disse em entrevista.

O governo Cabral tem como principal bandeira o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado nos morros do Rio de Janeiro. Em 2010, durante sabatina Folha/UOL com os candidatos ao governo do Rio, Cabral disse que o tema deveria ser tratado por órgãos internacionais como a OMS (Organização Mundial de Saúde) e a ONU (Organização das Nações Unidas). “Tenho cinco filhos e não desejo que eles usem drogas”, afirmou Cabral.

A posse do filho do governador aconteceu em evento organizado pelo PMDB na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e contou com a participação de cerca de 500 pessoas, entre elas líderes partidários como o próprio Cabral, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), e o senador Roberto Requião (PMDB-PR). O partido não divulgou quanto gastou para promover o encontro, que termina no próximo domingo e foi convocado exclusivamente para oficializar a troca na presidência.

"NÃO DESEJO QUE MEUS FILHOS USEM DROGAS", DISSE CABRAL, EM 2010


Marco Antonio era vice-presidente da Juventude desde 2009 e assume a vaga de Gabriel Souza, que deixa o comando da ala do PMDB para concorrer a uma vaga de vereador em Porto Alegre. O mandato do herdeiro de Cabral vai até 2013.

Estudante do terceiro ano de Direito da PUC-RJ, Marco Antonio disse que não tem interesse em exercer a profissão e que a presidência da Juventude “caiu no seu colo”. Questionado se pretende disputar algum cargo nas próximas eleições, disse que, por hora, não. “Tenho vontade [de ser candidato], mas não agora”, declarou.

O evento acontece dias depois de os principais adversários políticos de Cabral no Rio de Janeiro, o ex-governador Anthony Garotinho (PR) e o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), anunciarem uma aliança e lançarem a chapa com seus filhos, Clarissa e Rodrigo, respectivamente, para concorrer à Prefeitura do Rio contra o atual prefeito do PMDB.

“Algumas pessoas já falaram que eu estou me beneficiando da imagem do meu pai. Não vou negar que ser o filho do governador do Rio me ajudou a entrar na política. Sempre convivi com muitas personalidades e, desde 12 anos, estou sempre participando do cotidiano do partido”, disse.

Senadores demitem funcionários fantasmas após denúncia


Após denúncia feita pelo jornal O Globo, na edição do último domingo, 11, que apontava que cerca de 30% dos senadores empregavam funcionários fantasmas em seus escritórios em Brasília ou nos seus Estados de origem, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e João Vicente Claudino (PTB-PI) exoneraram na última quinta-feira, 15, dois assessores. Calheiros demitiu Patrícia de Moraes Souza Muniz Falcão, que trabalha em duas clínicas pelo período de 40 horas semanais, e Claudino demitiu o advogado Dante Ferreira Quintans, que atuava em escritório com ações judiciais de bancos e empreiteiras.

Ambos os casos estavam entre os citados pelo jornal O Globo. Dos 81 senadores, no mínimo 25 empregavam advogados e médicos, além de estudantes, políticos condenados por mau uso do dinheiro público ou denunciados por suspeita de atuação irregular na administração de prefeituras. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado promete votar na próxima semana o projeto de reforma administrativa. O projeto previa, em 2009, que cada senador tivesse no máximo 25 funcionários comissionados nos gabinetes. Porém, o limite acabou subindo em votação para 55. Caso o projeto seja aprovado, há a possibilidade da economia anual chegar a R$ 140 milhões.

E AI? QUANDO TUDO ACALMAR ENTRAM MAIS, É A VELHA HISTÓTIA, TIRAM 10 ENTRAM 30, AINDA MAIS NESTE GOVERNO CORRU PT O

Homem morto envia email para amigos nos EUA

Ex-colegas do falecido descartam a possibilidade de a conta ter sido invadida ou estar sendo usada por outra pessoa.


Mesmo morto há um ano, um homem está enviando mensagens de email para os seus amigos nos Estados Unidos. Essa é a afirmação de Tim Hart e Jimmy McGraw, dois destinatários de mensagens vindas, segundo eles, do além.

O autor dos envios é Jack Froese, que morreu em junho do ano passado, aos 32 anos, vítima de um problema no coração. Em entrevista à rede de televisão britânica BBC, os amigos de Froese descartaram a possibilidade de a conta ter sido invadida ou de alguém ter acesso à senha dele.

“Uma das mensagens dizia ‘Estou vendo! Você me ouviu? Estou na sua casa, limpe o sótão!’”, afirma Hart. Segundo ele, pouco antes de Froese morrer ambos tinham ido ao local indicado e comentaram sobre a sujeira no recinto.

A mensagem recebida por Jimmy McGraw também chamou a atenção. “Eu sabia que você quebraria o tornozelo, tentei avisá-lo. Você deve ter cuidado”, escreveu o suposto fantasma. Segundo McGraw, pouquíssimas pessoas sabiam que ele tinha se machucado.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Ministro: tentativa de julgar militares gera insegurança jurídica


Os procuradores Ivan Marx e Tiago Modesto, durante o anúncio de que o MPF irá denunciar Curió por sequestro qualificado contra cinco desaparecidos

MAURICIO TONETTO
Se depender do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, nenhum militar envolvido na ditadura (1964-1985) irá para o banco dos réus. Em entrevista ao Terra, ele afirmou que a tentativa do Ministério Público Federal (MPF) de enquadrar os oficiais nos crimes de sequestro e desaparecimento de pessoas durante o regime é "ilegítima" e gera "insegurança jurídica".
Nesta quarta-feira, os procuradores denunciaram à Justiça em Marabá (PA) o coronel da reserva do Exército Sebastião Curió Rodrigues de Moura, por sequestro qualificado de cinco pessoas da Guerrilha do Araguaia (1967-1974). Mello entende que os desaparecidos estão mortos e, por isso, a tese de sequestro permanente não tem validade. O MPF tenta o julgamento fora do âmbito da Lei da Anistia.
"Para mim, os desaparecidos não estão mais sequestrados, e sim mortos, caso contrário, teriam retornado após a democratização. É a morte presumida, não apenas ausência. Há um descontexto gerando insegurança jurídica. A iniciativa é ilegítima", argumentou Mello. O MPF alega que o Supremo decidiu extraditar dois miltares argentinos que viviam no Brasil por sequestro permanente, o mesmo pelo qual Curió foi denunciado, e que, por isso, de acordo com o procurador federal Ivan Marx, tem de ser coerente.
"Nos parece coerente que o STF considere o critério da permanência do sequestro, já que ele aplicou isso em outras ocasiões. Temos uma obrigação com a sociedade e a lei de punir os crimes, pois todos são iguais perante a lei", disse Marx. O procurador coordena no MPF o grupo de trabalho 'Justiça de Transição', que lida com as mortes e os desaparecimentos da ditadura. "Precisamos processar os crimes cometidos, doa a quem doer. Internacionalmente, será muito positivo se o STF aceitar as denúncias, já que o Brasil busca uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU e foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos por não punir os torturadores", completou Ivan Marx.
Julgamento emblemático
O ministro Marco Aurélio Mello acredita que Curió deve recorrer da denúncia em todas as instâncias até que caiba ao Supremo a decisão que, segundo ele, será emblemática. "Se o crime (de sequestro) é permanente na Argentina, também é aqui, e então há um problema. Vamos aguardar, mas não tenho dúvidas de que o caso é emblemático. Eu serei coerente comigo mesmo e votarei contra", adiantou.
Alheio ao que pode acontecer no Supremo, o procurador Ivan Marx salienta que continuará trabalhando pela condenação dos militares, e se diz pronto para as pressões: "O Ministério Público não pode se pautar por pressões externas. Se for assim, devemos fechar a instituição. Se a decisão final for de que não se pode punir, teremos exercido o nosso papel, porque é uma dívida que temos com as vítimas, os familiares e toda a sociedade."
A Lei da Anistia
Promulgada em 28 de agosto de 1979, ainda durante o regime militar, a Lei da Anistia concede perdão "a todos quantos, no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares".
Em janeiro de 2010, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, encaminhou ao Supremo um parecer se posicionando contrário à revisão da lei. Para ele, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que fez a solicitação, foi ativa no processo de elaboração da anistia, que tinha o objetivo de viabilizar a transição entre o regime autoritário e o democrático atual. No mesmo ano, o STF decidiu, por 7 votos a 2, que a Lei da Anistia é "ampla, geral e irrestrita" e não deve ser revisada.
Guerrilha amazônica
A Guerrilha do Araguaia foi um movimento ocorrido na região amazônica brasileira, ao longo do rio Araguaia, entre o final da década de 1960 e a primeira metade da década de 1970. Criada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), então uma dissidência armada do Partido Comunista Brasileiro (PCB), ela tinha por objetivo fomentar uma revolução socialista no País.
Os guerrilheiros Maria Célia Corrêa (Rosinha), Hélio Luiz Navarro Magalhães (Edinho), Daniel Ribeiro Callado (Doca), Antônio de Pádua Costa (Piauí) e Telma Regina Cordeira Corrêa (Lia) desapareceram e, conforme a denúncia do MPF, teriam sido sequestrados por tropas comandadas pelo então major Curió, entre janeiro e setembro de 1974, e, ¿após terem sido levados às bases militares coordenadas por ele e submetidos a grave sofrimento físico e moral, nunca mais foram encontrados¿. Os sequestros teriam ocorrido durante a última operação de repressão à guerrilha, deflagrada em outubro de 1973, denominada de Operação Marajoara e comandada por Curió. O MPF ainda investiga mais 65 desaparecimentos.

IMPRESSIONANTE: CHICO ALENCAR (PSOL-RJ) MENTE E TRAI SEUS ELEITORES!

"Perderam a vergonha"


A manchete do jornal EXTRA traduz bem o que vem ocorrendo com o governo Cabral em todas as áreas, mas principalmente no transporte! Defintivamente o governador e seu secretário perderam a vergonha.

Cabral não tem vergonha de autorizar o aumento de 60% das Barcas S/A, mesmo sabendo que as embarcações estão degradadas, que o desconforto do usuário é latente, que é um dos piores serviços prestados por concessionárias em todo Estado.

Julio Lopes não tem vergonha em dizer que as Barcas funcionam muito bem e que o preço absurdo de R$4,50 é justo! Quanto ao Metro e a Supervia, nesses casos o governo já perdeu a vergonha ha muito tempo! Perdeu a vergonha quando prometeu, sabendo que não iria cumprir, que os tais trens coreanos chegariam em 2011, perdeu a vergonha quando assumiu que sua esposa realmente advogava para as concessionárias, e a mais nova, perdeu a vergonha em autorizar um aumento de 17% na passagem do Metro que transporta a população como gado!

Na Supervia, o Estado perdeu a vergonha quando sequer multou a concessionária pelo trem fantasma (que andou vários quilometros sem maquinista), pelo trem das Chibatas (onde trabalhadores foram espancados por seguranças da concessionária), enfim.

Quanto aos ônibus, o governo perdeu a vergonha quando entregou de bandeja para FETRANSPORT a operação do bilhete único e foi, no mínimo, omisso para cobrar mais respeito das empresas de ônibus com a população!

Esse é o retrato do transporte no Rio e o jornal EXTRA entendeu com poucos que Cabral e Julio Lopes perderam realmente a vergonha!

quarta-feira, 14 de março de 2012

"Vender" território brasileiro para financiar a implantação de um regime?


Orlando Villas Bôas profetizou, General Heleno alertou muito sobre estes territórios "que eram nacionais", mas foram calados com a indiferença, relegando seus alertas ao esquecimento, através do abafamento.
A mídia parou de divulgá-los!
Vídeos breves no final
Aqueles a quem o povo delegou a tarefa de preservação da soberania, através do voto, mostram-se coniventes, num comportamento típico que caracteriza todo vendilhão.

Hoje, resta-nos lamentar a indiferença, a cumplicidade, a conivência criminosa, a má intenção de 10 anos de
governo inépto para os brasileiros. Legislam a favor dos interesses pessoais daqueles que com eles compartilham este mar de podridão.

Tudo para financiar a implantação de um regime que não tem a cara do Brasil. Um regime que contraria a natureza de um povo alegre, um povo liberto, um povo que tudo supera com a fé e com a ação - dois ingredientes que agora estão sendo cerceados. Um regime onde poucos, muito poucos, terão uma vida abastada às custas do aumento da miséria dos miseráveis, da descapitalização de quem trabalha, empreende e constrói este País que prometia figurar entre as primeiras nações do mundo.

Esta retroação mostra a necessidade de politização de um povo ignorante em sua maioria, carente de educação e cultura. Povo escravo de uma mídia de baixíssima qualidade e manipuladora, financiada com o dinheiro sujo do maior esquema de corrupção do planeta no momento atual.



Esta retroação mostra a necessidade URGENTE da interferência daqueles que carregam o sagrado juramento de DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL.






"Ou ficar a Pátria livre ou morrer pelo Brasil"

Veja o alerta do General Heleno! Video com menos de um minuto






A FACE OBSCURA DA RESSOCIALIZAÇÃO DE BANDIDOS PELO AFROREGGAE COMEÇA À APARECER.



COMEÇAM À CAIR AS MÁSCARAS DO AFROREGGAE E DE SEUS ALIADOS.

O Afrorreggae, famoso grupo que recebe notoriedade graças à alguns dos principais meios de comunicação do Brasil, é conhecido por receber milhões de reais de algumas entidades desconhecidas e até poderes públicos, verba esta não controlada por ninguém. Valores estratosféricos de dinheiro que chegaram à soma de R$20 milhões de reais no ano de 2011, sob a falácia de que recuperariam presos da mais alta periculosidade. Entretanto, tal relação do Afroreggae com os bandidos vai muito além da “dita” recuperação social.


O Governo Sérgio Cabral tentou utilizar a influência de José Júnior para convencer os bandidos à se entregarem antes da retomada do Complexo do Alemão pelas Forças Armadas e Polícias Civil e Militar, humilhando o serviços de inteligência das corporações de segurança utilizados àquela época.

Recentemente, o Afroreggae foi aplaudido pelo apresentador Luciano Huck, por oferecer salário de R$ 2.500,00 ao bandido Tuchinha, ex-chefe do tráfico do morro da Mangueira alegando estar colaborando para uma sociedade mais justa, gerando oportunidade aos necessitados, e convenhamos, acreditar que R$2.500,00 para "ressocializar" um ex-chefe de tráfico de drogas é um tapa na cara da inteligência humana para alguém que coordenava um dos principais pontos de droga de nosso estado.

Outro fato curioso; A ligação entre José Júnior e o Pastor Marcos azedou ultimamente, gerando acusações mútuas de tentativas de assassinato. Outrora grandes amigos e recuperadores do traficantes de uma única facção, hoje estão estranhamente brigados após a iniciativa de Pastor Marcos de “ressocializar” bandidos de outras diversas facções.

Esta semana, em entrevista à revista Alpha, a arrogância de José Júnior mais uma vez superou todas as expectativas, o mesmo declarou ser amigo íntimo de Elias Maluco, o traficante condenado pela morte do jornalista Tim Lopes. Em sua entrevista, o coordenador do Afroreggae afronta a decisão da justiça de condenação de Elias Maluco, dizendo ter certeza de que seu grande amigo, traficante, não matou o referido jornalista, o que será que Luciano Huck acha disso?

Durante entrevista à mesma Revista Alpha, o coordenador do Afroreggae declarou ainda que sua ONG colocou à sua disposição um veículo Land Rover Freelander 2, avaliado em R$ 140.000,00 e que recebe convites para viajar ao exterior com passagens na categoria executiva.

Diante das histórias para boi dormir contadas sobre a ação desta ONG e suas ligações com o Poder Público, podemos concluir que.... A máscara do Afroreggae e de seus aliados começam à cair.

O Deputado Estadual Flávio Bolsonaro (PP-RJ) discursa e chama Coordenador do Afroreggae de Bandido e Vagabundo: http://bit.ly/A35IMT

Fontes de Informações:

JORNAL OGLOBO:http://glo.bo/yKfy69

JORNAL EXTRA: http://glo.bo/A0CFgV
Postado por FAMÍLIA BOLSONARO às 12:57

terça-feira, 13 de março de 2012

A VERDADE SOBRE A VIAGEM DO CABO DACIOLO À BAHIA

Abaixo leia documento sobre AS REAIS CONDIÇÕES e PROPÓSITOS da viagem do Cabo Daciolo à Bahia.

Divulgados os nomes dos primeiros políticos barrados pela Ficha Limpa

Lista é composta por 12 ex-deputados estaduais e distritais; nove ex-deputados federais; cinco ex-senadores; três ex-prefeitos e dois ex-governadores



A Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 16 de fevereiro, já demonstra efeitos práticos. A ONG “Congresso em Foco” divulgou os nomes de 30 políticos fichas sujas, que serão barrados nas próximas eleições devido à aprovação da nova regra. A lista é composta por 12 ex-deputados estaduais e distritais; nove ex-deputados federais; cinco ex-senadores; três ex-prefeitos e dois ex-governadores.

O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti, está entre os inelegíveis. Severino renunciou ao mandato de deputado federal em setembro de 2005 para evitar a cassação, depois de ter sido acusado pelo empresário Sebastião Augusto Buani, dono do restaurante Fiorella, que funcionava na Câmara, de receber “mensalinho” de R$ 10 mil. De acordo com a Lei da Ficha Limpa, Severino fica inelegível até 2015.

Confira a lista dos políticos cassados

Benício Tavares (PMDB-DF)
Acusações: Abuso de poder econômico e captação ilícita de votos.
Bernardo Carli (PSDB-PR)
Acusação: Crime eleitoral.
Carlão de Oliveira (RO)
Acusação: Envolvimento no desvio de R$ 70 milhões dos cofres públicos.
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Acusação: Abuso de poder econômico e político
Cássio Taniguchi (DEM-PR)
Acusação: Crime de responsabilidade, por mau uso de dinheiro público.
Coriolano Sales (PSDB-BA)
Acusação: Envolvimento na máfia dos Sanguessugas. Sales é acusado por receber propina em troca de emenda ao orçamento para a compra de ambulâncias pela empresa Planam.
Expedito Júnior (PSDB-RO)
Acusações: Compra de voto e abuso de poder econômico.
Joaquim Roriz (PSC-DF)
Acusação: Partilha irregular de R$ 2,2 milhões com o presidente do Banco Regional de Brasília (BRB).
João Pizzolatti (PP-SC)
Acusação: Improbidade administrativa.
José Borba (PP-PR)
Acusação: Envolvimento no esquema do mensalão.
José Carlos Gratz (PSL-ES)
Acusação: Improbidade administrativa.
Júnior Brunelli (sem partido, ex-PSC-DF)
Acusação: Envolvimento no esquema de corrupção montado no governo de José Roberto Arruda.
Kaká Mendonça (PTB-RO)
Acusações: Corrupção e formação de quadrilha.
Leonardo Prudente (sem partido, ex-DEM-DF)
Acusação: Envolvimento no esquema do mensalão
Luiz Estevão (PMDB-DF)
Acusações: Peculato, estelionato, corrupção ativa, uso de documentos falsos e formação de quadrilha ou bando.
Magda Mofatto (PTB-GO)
Acusações: Crimes eleitorais e abuso de poder econômico na eleição de 2004.
Marcelino Fraga (PMDB-ES)
Acusação: Envolvimento na máfia das Sanguessugas, acusado de receber propina em troca de emenda ao orçamento para a compra de ambulâncias pela empresa Planam.
Marcelo Miranda (PMDB-TO)
Acusação: Abuso de poder político. Miranda foi acusado de criar cargos públicos de maneira irregular e de doar 14 mil cheques-moradia durante a campanha de 2006.
Marcos Donadon (PMDB-RO)
Acusação: Desvio de R$ 8,4 milhões dos cofres públicos, em valores atualizados.
Maria de Lourdes Abadia (PSDB-DF)
Acusação: Compra de votos nas eleições de 2006, quando tentou, sem sucesso, a reeleição para o governo do Distrito Federal.
Mário Calixto Filho (RO)
Acusações: Formação de quadrilha e outros crimes. Calixto responde a mais de 100 processos na Justiça e chegou a ser preso em 2008. É considerado foragido da Justiça.
Marlon Donadon (PRB-RO)
Acusações: Abuso do poder político e econômico.
Moreira Mendes (PSD-RO)
Acusação: Improbidade administrativa.
Natan Donadon (PMDB-RO)
Acusação: Desvio de dinheiro da Assembléia Legislativa de Rondônia.
Paulo Octávio (sem partido, ex-DEM-DF)
Acusação: Crime de responsabilidade.
Pedro Passos (PMDB-DF)
Acusação: Envolvimento em um esquema de fraudes em licitações desbaratado pela Operação Navalha, da Polícia Federal.
Severino Cavalcanti (PP-PE)
Acusação: Então presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE) renunciou ao mandato de deputado por conta da denúncia do empresário Sebastião Augusto Buani, dono do restaurante Fiorella. Buani disse que pagava um “mensalinho” de R$ 10 mil, para Severino em 2002 e 2003.
Silvernani Santos (RO)
Acusação: Improbidade administrativa.
Teresa Surita (PMDB-RR)
Acusação: Ato doloso de improbidade administrativa.
Zé Gerardo (PMDB-CE)
Acusação: Crime de responsabilidade quando era prefeito do município de Caucaia (CE).

Fonte: Congresso em Foco e Instituto Millenium

segunda-feira, 12 de março de 2012

nota de última hora


HERÓIS DO CBMERJ, ESTAMOS COM VCS!!!

O CMDT DO CBMERJ ACABA DE DIVULGAR UMA NOTA INFORMANDO QUE OS !# BOMBEIROS FORAM EXPULSOS DA CORPORAÇÃO!SEM PALAVRAS!!!



NOTA OFICIAL


O Comando-geral do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) informou na tarde desta segunda-feira (12.03) que 13 bombeiros envolvidos no movimento grevista serão excluídos da corporação.

A análise dos relatórios referentes aos Conselhos de Disciplina aos quais os militares foram submetidos foi concluída e, de acordo com nota publicada nesta tarde no Boletim Interno do CBMERJ, eles foram considerados 'culpados por articulação em manifestações de caráter político-partidário, nas quais incitaram ostensivamente a tropa à prática de ilícitos de natureza disciplinar e penal militar, além da adoção de conduta incompatível com a missão de Bombeiro-militar'.

O Secretário de Estado de Defesa Civil e Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões, concede nesta terça-feira (13.03), às 10h, no Auditório do Quartel Central (Pça da República, 45 – Centro do Rio), entrevista coletiva sobre o tema.

Abaixo, segue a lista com os nomes dos 13 bombeiros excluídos da corporação:

1 - CB BM Alexandre Salvador de Azevedo
2 - CB BM Paulo Roberto Noronha dos Santos Junior
3 - CB BM Andrei Carlos Azevedo dos Santos
4 - CB BM Adhemar de Queiroz Balthar Junior
5 – CB BM Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos
6 - 3º SGT BM Heraldo Correia Vieira
7 - 3º SGT BM Alexandre Gomes Matias
8 – 3o SGT BM Wallace Rodrigues Chaves
9 - 3º SGT BM Harrua Leal Ayres
10 - 3o SGT BM André Manoel Pontes Matos
11 - 2º SGT BM Daniel Alves dos Santos
12 - 2º SGT BM Paulo Edson de Campos do Nascimento
13 - Subtenente BM Valdelei Duarte

Governo? Que governo?


O rei está nu. Na verdade, é a rainha que está nua. Ninguém, em sã consciência, pode dizer que o governo Dilma Rousseff vai bem. A divulgação da taxa de crescimento do País no ano passado - 2,7% - foi uma espécie de pá de cal. O resultado foi péssimo, basta comparar com os países da América Latina. Nem se fala se confrontarmos com a China ou a Índia. Mas a política de comunicação do governo é tão eficaz (além da abulia oposicionista) que a taxa foi recebida com absoluta naturalidade, como se fosse um excelente resultado, algo digno de fazer parte dos manuais de desenvolvimento econômico. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, sempre esforçado, desta vez passou ao largo de tentar dar alguma explicação. Preferiu ignorar o fracasso, mesmo tendo, durante todo o ano de 2011, dito e redito que o Brasil cresceria 4%.

A presidente esgotou a troca de figurinos. Como uma atriz que tem de representar vários papéis, não tem mais o que vestir de novo. Agora optou pelo monólogo. Fala, fala e nada acontece. Padece do vício petista de que a palavra substitui a ação. Imputa sua incompetência aos outros, desde ministros até as empresas contratadas para as obras do governo. Como uma atriz iniciante após um breve curso no Actors Studio, busca vivenciar o sofrimento de um governo inepto, marcado pelo fisiologismo.

Seu Ministério lembra, em alguns bons momentos, uma trupe de comediantes. O sempre presente Celso Amorim - que ignorou as péssimas condições de trabalho dos cientistas na Antártida, numa estação científica sucateada - declarou enfaticamente que a perda de anos de trabalho científico deve ser relativizada. De acordo com o atual titular da Defesa, os cientistas mantêm na memória as pesquisas que foram destruídas no incêndio (o que diria o Barão se ouvisse isso?).

Como numa olimpíada do nonsense, Aloizio Mercadante, do Ministério da Educação (MEC), dias atrás reclamou que o Brasil é muito grande. Será que não sabe - quem foi seu professor de Geografia? - que o nosso país tem alguns milhões de quilômetros quadrados? Como o governo petista tem a mania de criar ministérios, na hora pensei que estava propondo criar um MEC para cada região do País. Será? Ao menos poderia ampliar ainda mais a base no Congresso Nacional.

Mas o triste espetáculo, infelizmente, não parou.

A ministra Maria do Rosário, dos Direitos Humanos, resolveu dissertar sobre política externa. Disse como o Brasil deveria agir no Oriente Médio, comentou a ação da ONU, esquecendo-se de que não é a responsável pela pasta das Relações Exteriores.

O repertório ministerial é muito variado. Até parece que cada ministro deseja ardentemente superar seus colegas. A última (daquela mesma semana, é claro) foi a substituição do ministro da Pesca. A existência do ministério já é uma piada. Todos se devem lembrar do momento da transmissão do cargo, em junho do ano passado, quando a então ministra Ideli Salvatti pediu ao seu sucessor na Pesca, Luiz Sérgio, que "cuidasse muito bem" dos seus "peixinhos", como se fosse uma questão de aquário. Pobre Luiz Sérgio. Mas, como tudo tem seu lado positivo, ele já faz parte da história política do Brasil, o que não é pouco. Conseguiu um feito raro, na verdade, único em mais de 120 anos de República: foi demitido de dois cargos ministeriais, do mesmo governo, e em apenas oito meses. Já Marcelo Crivella, o novo titular, declarou que não entende nada de pesca. Foi sincero. Mas Edison Lobão entende alguma coisa de minas e energia? E Míriam Belchior tem alguma leve ideia do que seja planejamento?

Como numa chanchada da Atlântida, seguem as obras da Copa do Mundo de 2014. Todas estão atrasadas. As referentes à infraestrutura nem sequer foram licitadas. Dá até a impressão de que o evento só vai ser realizado em 2018. A tranquilidade governamental inquieta. É só incompetência? Ou é também uma estratégia para, na última hora, facilitar os sobrepreços, numa espécie de corrupção patriótica? Recordando que em 2014 teremos eleições e as "doações" são sempre bem-vindas...

Não há setor do governo que seja possível dizer, com honestidade, que vai bem. A gestão é marcada pelo improviso, pela falta de planejamento. Inexiste um fio condutor, um projeto econômico. Tudo é feito meio a esmo, como o orçamento nacional, que foi revisto um mês após ter sido posto em vigência. Inacreditável! É muito difícil encontrar um país com um produto interno bruto (PIB) como o do Brasil e que tenha um orçamento de fantasia, que só vale em janeiro.

Como sempre, o privilégio é dado à política - e política no pior sentido do termo. Basta citar a substituição do ministro da Pesca. Foi feita alguma avaliação da administração do ministro que foi defenestrado? Evidente que não. A troca teve motivo comezinho: a necessidade que o candidato do PT tem de ampliar apoio para a eleição paulistana, tendo em vista a alteração do panorama político com a entrada de José Serra (PSDB) na disputa municipal. E, registre-se, não deve ser a única mudança com esse mesmo objetivo. Ou seja, o governo nada mais é do que a correia de transmissão do partido, seguindo a velha cartilha leninista. Pouco importam bons resultados administrativos, uma equipe ministerial entrosada. Bobagem. Tudo está sempre dependente das necessidades políticas do PT.

A anarquia administrativa chegou aos bancos e às empresas estatais. É como se o patrimônio público fosse apenas instrumento para o PT saquear o Estado e se perpetuar no poder. O que vem acontecendo no Banco do Brasil seria, num país sério, caso de comissão parlamentar de inquérito (CPI). Aqui é visto como uma disputa de espaço no governo, considerado natural.

Mas até os partidos da base estão insatisfeitos. No horizonte a crise se avizinha. A economia não está mais sustentando o presidencialismo de transação. Dá sinais de esgotamento. E a rainha foi, desesperada, em busca dos conselhos do rei. Será que o encanto terminou?
*HISTORIADOR, É PROFESSOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS (UFSCAR)

Lulla em: Impostos são impostos por IMPOSTORES

domingo, 11 de março de 2012

Celso Daniel: grampos envolvem o chefe de gabinete de Lula




Na última sexta-feira, o Jornal da Noite, da Bandeirantes, comandado por Roberto Cabrini, divulgou com exclusividade trechos de conversas telefônicas de dirigentes do PT e do principal suspeito e indiciado pelo assassinato, Sérgio Gomes da Silva, o Sombra. A extensa reportagem foi repetida ontem à noite, no Jornal da Band, de Carlos Nascimento, e continuava no ar até hoje de manhã, na BandNews. Leia o resumo da matéria e os diálogos gravados.

Do site do jornalista gaúcho Diego Casagrande (www.diegocasagrande.com.br)

“Caso Celso Daniel: surgem gravações telefônicas envolvendo chefe de gabinete de Lula
(02.07, 20h38)
Surgem novas e desconcertantes informações sobre o assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT), ocorrido em janeiro de 2002. Ele foi seqüestrado, torturado e morto a tiros. Na última sexta-feira, o Jornal da Noite, da Rede Bandeirantes, comandado por Roberto Cabrini, divulgou com exclusividade trechos de conversas telefônicas de dirigentes do PT e do principal suspeito e indiciado pelo assassinato, Sérgio Gomes da Silva, o Sombra (veja mais abaixo).
As gravações, obtidas logo após o crime com a quebra de sigilo de 180 linhas telefônicas, foram feitas por decisão da Justiça para a investigação de um outro caso, sem ligação com a morte do prefeito. No entanto, as conversas demonstram que petistas não apenas se sentiam desconfortáveis com a investigação, como falavam em “armar” algo para desviar as atenções e partir para a contra-ofensiva”, desacreditando os rumos da investigação.
Desde o início, líderes petistas defenderam a tese de que se tratava de um crime comum. A tese foi corroborada pela conclusão do inquérito da Polícia Civil de São Paulo.
No entanto, as investigações continuaram feitas pelo Ministério Público e, dois anos após, em 2004, a hipótese de crime político foi admitida oficialmente pelos promotores e procuradores do caso, que indiciaram Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, como sendo o mandante. O irmão do prefeito assassinado, João Francisco Daniel, via parte de sua tese de execução política ser confirmada. “O Gilberto Carvalho me disse numa conversa lá em casa que ele pegava o dinheiro arrecadado para o financiamento das campanhas do partido e encaminhava ao Zé Dirceu”, afirmou.
Com o novo rumo das investigações, a Procuradoria-Geral da República sugeriu o indiciamento do Ministro-Chefe da Casa Civil, José Dirceu, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mas o Ministro Nélson Jobim arquivou o processo. A decisão de Jobim é criticada porque não teria sido técnica.
Segundo os promotores de São Paulo, Celso Daniel foi torturado antes de ser assassinado para que entregasse um dossiê que tinha em seu poder, dando conta de uma enorme rede de corrupção na prefeitura paulista. O detento Dernei Gsparino, preso na Penitenciária Estadual de Tremembé, escreveu duas cartas, uma destinada a autoridades públicas e a outra ao presidente Lula.

A Rede Bandeirantes obteve as cartas também com exclusividade. Ele sustenta que a morte de Celso Daniel foi encomendada ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e arquitetada dentro das prisões paulistas. A emissora de tevê tentou ouvir várias vezes o preso e chegou a obter o aval da Justiça para isso. Surpreendendo a todos, a Administração Penitenciária de SP não tem permitido o acesso da imprensa.
Na carona das denúncias, dois outros detentos ouvidos pelos promotores confirmam a versão de assassinato encomendado.
Curiosamente, as fitas originais das gravações telefônicas foram destruídas a mando do juiz Rocha Mattos, preso em São Paulo por suspeita de liderar uma quadrilha de extorsões no Poder Judiciário. A Rede Bandeirantes, no entanto, obteve as gravações e as divulgou com exclusividade.
São conversas que envolvem Gilberto Carvalho, hoje chefe de gabinete do presidente Lula, Sérgio Gomes da Silva (o Sombra), indiciado pelo assassinato, Luis Eduardo Greenhalgh, deputado federal (PT) nomeado pelo partido para acompanhar a investigação, e Klinger Oliveira Souza, Secretário de Assuntos Municipais da prefeitura de Santo André.
Abaixo, alguns trechos das conversas.
Sombra conversa com Gilberto Carvalho
Gilberto: “Marcamos às 3h na casa do Zé Dirceu. Vamos ter uma conversa, conversar um pouco sobre nossa tática da semana. Porque nós vamos ter que ir para a contra-ofensiva.”
Sombra: “Eu vou falar com meus advogados amanhã. A nossa idéia é colocar esta investigação sob suspeição, arrumar um jeito de…”
Gilberto: “Acho que esse é um bom caminho…”
Greenhalgh conversa com Gilberto Carvalho
Greenhalg: “Olha, deixa eu te falar. Está chegando a hora do João Francisco ((irmão de Celso Daniel) depor. E antes do depoimento quero conversar com você para ele não destilar ressentimentos lá.”
Gilberto: “Pelo amor de Deus, isto vai ser fundamental. Tem que preparar bem isto aí, cara. Porque este cara vai… tudo bem…”
Klinger conversa com Sombra
Sombra: “Fala com o Gilberto aí. Tem que armar alguma coisa, cara…”
Klinger: “Não cara, calma, calma. Eu tô indo pra aí pra gente conversar sobre isso.”
Sombra: “Eu tô calmo! Eu quero que as coisas sejam resolvidas. Eu tô calmo!”

Em entrevista ao vivo para o Jornal da Noite, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), visivelmente surpreso e constrangido, disse que vai pedir ao presidente Lula novas investigações para o caso.”

Reportagem detalhada da revista Veja de 29 de setembro de 2003 relata os bastidores e o jogo bruto da campanha presidencial de Lula, em 2002. Vale destacar o trecho no qual a Veja conta como Lula e o PT se livraram das fitas do caso Santo André.

“A tarefa de manter os grampos na toca exigiu mais artimanha. Gilberto Carvalho, ex-secretário da prefeitura de Santo André e um dos grampeados, foi convocado para avaliar o caso. Disse que, se divulgado, o conteúdo dos telefonemas poderia gerar constrangimento, mas não escândalo. “Pode ser que existam coisas complicadas, mas são coisas de política. Não tem nada de corrupção”, garantiu. Ainda assim, não convinha a divulgação. O bunker, então, preparou a estratégia: retirar as fitas das mãos da Polícia Federal e dos promotores paulistas, identificados como excessivamente “tucanos”. Como fazer? Apelou-se ao procurador Luiz Francisco de Souza, usina de denúncias contra tucanos em Brasília. Sabendo que o grampo fora ilegalmente instalado pela polícia, Luiz Francisco acionou a controladoria de atividades policiais do Ministério Público, que intervém nos casos em que há abuso policial. Deu certo. A controladoria acionou a Justiça paulista, que, diante das evidências da ilegalidade da escuta, mandou apreender as quarenta fitas. “Tudo o que fiz foi falar com um procurador do grupo de controle que aquilo parecia armação”, explica Luiz Francisco.”

fonte: http://www.eagora.org.br/arquivo/Celso-Daniel-grampos-envolvem-o-chefe-de-gabinete-de-Lula/

A bela aposentadoria do Lula


O chefe da nação, deve ser uma fonte de exemplos para todo um povo, afinal ele é o líder. E sendo assim, vamos ver o que precisamos fazer para se aposentar aos 43 anos, um milagre que só alguém realmente especial consegue fazer.

OS CARAS DE PAU DO PT











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