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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

"A última viagem!"

Nesse trajeto final, o qual marca o término de uma existência, todos passarão um dia,
mesmo sem perceber de forma consciente. Mas como seria?
Em 99% dos casos, com certaza, a bordo de um Carro Funerário ou também conhecido como "Carro Fúnebre",
mesmo para aqueles que desejam ser cremados, pois também para esses casos, existe a necessidade do transporte do corpo.
Na matéria a seguir está uma breve história desses veículos assustadores e tênebres, os quais provocam assombro e medo em muitas pessoas, pois são neles que inúmeros corpos daqueles que partiram fazem sua última viagem para o descanso final.

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A palavra "carro funerário" vem do Inglês Médio "herse", que se refere a um tipo de candelabro muitas vezes colocados em cima de um caixão.
Não se sabe a data exata, mas em determinado momento do século XVII, as pessoas começaram à usar esta palavra para se referir às carruagens puxadas por cavalos que transportavam os caixões com os corpos dos falecidos até o local de seu sepultamento durante um cortejo fúnebre.
Os carros funerários permaneceram puxados por cavalos até a primeira década do século XX, época em que surgiram os primeiros carros funerários motorizados, sendo que ninguém sabe ao certo a data exata do início do seu uso, mas cogitá-se que foi entre os anos de 1901 e 1907.

- Sua história nos Estados Unidos (USA):

Existe uma curiosidade muito interessante com relação aos primeiros carros funerários que entraram em uso; seus motores eram elétricos, sendo que o primeiro carro funerário movido com motor à combustão surgiu em 1909.
O responsável por sua criação foi H. D. Ludlow, um proprietário de casa funerária, o qual encomendou a construção de um veículo para transporte fúnebre em um chassis de ônibus.

Este novo tipo de carro funerário foi bastante popular entre os clientes mais ricos da época, sendo que a funerária e Ludlow o utilizou para 13 funerais e em seguida o substituíu por um modelo maior.
A inovação do transporte fúnebre inventado por Ludlow foi uma inovação na época, mas a maioria dos donos de funerárias acharam esse tipo de transporte muito caro, cerca de US $ 6000 por carro funerário, contra o custo de US $ 1,500 dos carros fúnebres antigos puxados por cavalos.
Mas em pouco tempo, com a produção de maior quantidade de motores à combustão, seu preço se reduziu, em conjunto com o aumento de potência e desempenho devido aos avanços tecnológicos que aconteciam de forma acelerada no início do século XX.
Devido à este fato, os mesmos donos de funerárias, os quais antes criticavam os novos carros fúnebres movidos com motores à combustão devido ao seu alto preço, perceberam que eram vantajosos para seus negócios, pois eram mais rápidos, e com eles poderiam ser realizados mais funerais por dia.

Desta forma os carros funerários movidos com motor à combustão se tornaram padrão a partir da década de 1920.
No mesmo ano em que começaram à ser utilizados os primeiros carros funerários movidos com motor à combustão (1909), a empresa "Crane and Breed Company" de Cincinnati, Ohio (USA) , tornou-se o primeiro fabricante oficial de carros funerários.
Seus veículos se deslocavam à uma velocidade máxima de 48 quilômetros por hora, bastante rápido para os padrões da época.
Os motores utilizados eram de quatro cilindros, e geravam apenas 30 cavalos de potência, possuindo três velocidades de transmissão.
Outras empresas logo começaram à oferecer carros funerários de fabricação própria.
Estes primeiros carros funerários movidos à gasolina imitavam o desenho quadradão dos carros funerários antigos puxados por cavalos, mas em 1930 o mais longo carro funerário, um estilo Landau foi introduzido por Sayers e Scovill, e sua forma elegante de limousine permanece popular até hoje.
Não era incomum no início e em meados do século XX, os carros funerários, além de servirem para funerais, também funcionassem como ambulâncias, dependendo da necessidade imediata da comunidade, sendo que os regulamentos para as ambulâncias se tornaram mais rigorosa após a década de 1970, sendo divididas as finalidades de uso, com um tipo de veículo para serviços fúnebres e outro para servir como ambulância.

- Sua História no Brasil:

O transporte dos mortos passou por várias fases, de acordo com a evolução dos recursos existentes.
Diversos tipos de transportes foram utilizados, tais como:

a. Em redes:
Em locais mais afastados e sem recursos de transportes, os mortos eram transportados enrolados em lençois, e carregados em uma espécie de "rede" até o cemitério;

b. Em Carros de Boi:
Este tipo de transporte também foi muito utilizados, o qual levava o corpo falecido em um "Carro de Boi", que era um transporte típico utilizado em vários locais do Brasil todo;

c. Em Carroças:
Da mesma forma empregado pelos "Carros de Boi", os mortos eram transportados em "Carroças" até o seu destino final;

d. A pé:
Mesmo nos dias de hoje, o transporte do morto, ainda é feito "A Pé", com os amigos e falimialres segurando o caixão através de alças até o cemitério.
Esse tipo de funeral é utilizado de acordo com a preferência da família, tendo como um último ato de amor e dedicação ao felecido, transportando-se pessoalmente até o seu descanso final;

e. Em Carruagens:
"Carruagens" luxuosas foram utilizadas para o transporte fúnebre de em enterros mais luxuosos de parentes ou amigos de famílias com maior poder aquisitivo;

f. Vagão Ferroviário:
Na "Ferrovia Paulista", existiu um "Vagão Funerário", o qual foi reformado e está exposto no "Museu Ferroviário de Paranapiacaba".
Este vagão era utilizado para transportar os corpos de falecidos do litoral de São Paulo para o planalto, permitindo que pudesse ser realizado em seu interior o "Velório", pois o caixão ficava no meio do "Carro Salão", com velas ao seu redor, e os familiares e amigos poderiam acompanhar seu translado fazendo orações ao seu redor, ou sentados em poltronas em um outro vagão acoplado.


Com a chegada no Brasil dos primeiros carros no início do século XX, ocorreu a adaptação de alguns modelos para serem utilizados como "Carros Funerários", substituindo os meios de transporte mais rústicos que eram empregados anteriormente.

A seguir estão expostas algumas fotos de veículos "Funerários" antigos e mais novos que foram
utilizados no Brasil desde o início do século XX:





quinta-feira, 15 de setembro de 2011

FOTOS RARAS











Por falar em ex- presidentes americanos, dá só uma olhada nessa aqui: O jovem e até então desconhecido ex presidente americano Bill Clinton apertando a mão de John F. Kennedy na Casa Branca em 1963.




Esta foto pegou no flagra a gostosa da Sofia Loren olhando para os peitos lindos da também gostosa Jane Mansfield




Foto de Adolf Hitler adolescente. O bicho já tinha uma carinha de coisa ruim. E uma curiosidade: ele estudava na mesma escola que Ludwig Wittgenstein, considerado o filósofo mais importante do século passado.




Foto de Walter Lantz, criador de um dos maiores e melhores desenhos de todos os tempos, O Pica-pau.
Lantz faleceu em 1994.








Foto da menina Kim Phuc, que foi objeto de uma fotografia vencedora do Prêmio Pulitzer, durante a Guerra do Vietnã, em 1972, quando ela era criança, correndo nua por uma estrada, gritando de dor por causa do napalm que estava queimando através da sua pele.


Sabe que lugar é este? Não?
Rio de Janeiro. Morro do Corcovado. Antes da construção do Cristo Redentor.





Já ouviu falar no Barão Vermelho?



Aqui uma das poucas fotos do americano "Billy the Kid".



Outra dupla de bandidos americanos que até
Bonie e Clyde.
virou filme:



Boletim escolar do maior gênio que pisou na face da terra: Albert Einstein.
Só nota fraca! Pode isso Arnaldo?





O mundo parou, e sua vó chorou pra cacete!
A morte de Elvis.





Dieter Dengler: Tornou-Se O Único Soldado A Escapar De Uma Prisão Durante A Guerra Do Vietnan.

Esse aqui merece uma estátua! Em 29 de Junho de 1966, ele e outros seis prisioneiros, resolveram escapar, levando um par de armas dos soldados que os vigiavam. Depois de disparar sobre três guardas, Dengler escapou para uma densa floresta. Passou 23 dias na selva, sob um calor tórrido, sob a ameaça de insectos, parasitas e com uma fome terrível antes de ser resgatado por um avião americano. Apenas um dos outros prisioneiros, sobreviveu à fuga. Os outros ou foram mortos ou desapareceram na selva. Dengler, tornou-se mais tarde um piloto de testes de sucesso e até hoje tem o mérito e o crédito de ser o único soldado americano a ter resgatado um outro e a ter regressado da selva de Laos com vida. Esse pode falar: Estive no inferno e voltei!



A primeira foto do mundo!




Foto dos brasileiros na guerra histórica, Brasil vs Paraguai. Seu bisavô pode estar aí!





A escritura da Lei Áurea que aboliu a escravidão dos negros aqui no Brasil.






Foto do primeiro fazedor de gordo do mundo: Foto da primeira loja do Mc donald




Como nossas Bisavós iam a praia no Rio de Janeiro.




Rainha Elizabeth na sua posse.




Foto do Soldado que capturou Saddam




Mais um brasileiro de sucesso. Grande Santos Dummont




Uma lenda nos EUA: O chefe indígena Toro Sentado!




Morte de Albert Einstein

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