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quinta-feira, 15 de março de 2012

Espaçonave Interestelar Alienígena pode estar orbitando no limite do sistema solar


Na região dos limites externos do sistema solar, conhecida como Cinturão de Kuiper, um estranho objeto se move em movimento rotacional, como se fosse uma espaçonave alienígena interestelar gigante em forma de ampulheta (abandonada?)


Objeto foi encontrado nos limites do sistema solar, no Cinturão de Kuiper.



A localização distante do bizarro objeto, em forma de ampulheta encontrado no Cinturão de Kuiper, girando como uma hélice, enquanto orbita o sol, de acordo com um astrônomo da Queens University de Belfast, Irlanda." [EuroPlanet]





Espaçonaves desse tipo e porte poderiam viajar entre estrelas e orbitá-las para pesquisa.
Poderia ser sucata Celestial.




Existem várias evidências de exploração extraterrestre encontradas em larga escala no sistema solar, desde a nossa Lua e Marte até Saturno.

Artefatos na nossa Lua, Marte e em sua Lua Phobos foram descobertos, fotografados e analizados. A própria Terra possui artefatos remanescentes de estruturas alienígenas em regiões proibidas e localizações remotas do planeta, e outras completamente visíveis nas proximidades de pirâmides ou em planícies suavemente onduladas.




Às vezes, o Sistema Solar parece se assemelhar a um ferro-velho alienígena se alastrando. [See Before It's News "Famous Egyptologist: Great Pyramid Contains Something Unworldly"]

Um famoso astrofísico argumentou que a lua Phobos, uma lua de Marte, poderia ser uma nave espacial gigante.




Ele encontrou evidências de que ela seria oca e teorizou que o pequeno planetóide realmente seria uma nave espacial muito avançada de outra parte da galáxia.

Deimos, a outra lua de Marte, também poderia ser uma nave espacial em órbita do planeta Marte, ele escreveu. [See Before It's News "Astrophysicist: Giant spaceships are orbiting Mars"]




Mas agora outro exemplo de tecnologia alienígena antiga pode ter sido encontrado nos limites do sistema solar. Este objeto esta em uma órbita muito além de Netuno, orbitando o Sol, desde a periferia do Sistema Solar, no espaço frio, profundo e escuro.

A sua estranha forma externa, movimento rotacional e tamanho sugere que mãos estranhas, hábeis e inteligentes a construíram incontáveis aeons (milhões de anos...) atrás. Criaturas extraterrestres inteligentes e fantásticas, muito mais avançadas do que o homem atual, podem ter estabelecido uma órbita distante da nossa estrela solitária para explorar todas as maravilhas do sistema, incluindo a antiga (e atual) Terra.

Ninhada Artefatos alienígenas abundam nas luas e planetas do Sistema Solar. Objetos estranhos, estruturas artificiais, anomalias estranhas, às vezes eles parecem estar em toda parte. Relatórios afirmam que um astronauta "literalmente" quase tropeçou em algumas situadas em nossa Lua, os astrônomos se engasgam com fotos que se parecem com cidades destruídas, empregados da NASA são acionados quando eles discutem as cidades alienígenas encontradas no lado oculta da lua, lá na superfície lunar. [See Before It's News "NASA Whistleblower: Alien Moon Cities Exist"]


Evidência de visitas estão inseridas em todas as culturas antigas da Terra.


Apesar da avalanche de evidências - e muito mais provas parecem estar se acumulando a cada ano que passa -, mais e mais especialistas, mantem os olhos voltados para as fotos, analisando relatórios e testemunhos. Parece que ignorá-los está se tornando cada vez mais difícil de se fazê-lo. [See Before It's News "Alien Base Found At Chinese Pyramid"]

Textos antigos de pesquisa e evidências de contato com alienígenas, criaturas das estrelas, não "monstros", não terrestres, relatos de deuses dos céus, e outros viajantes celestes aparecem por toda parte em todas as culturas. Alguns supostos antigos textos religiosos indianos discutem o assunto com naturalidade em relação aos homens das estrelas (e sua tecnologia).

Outras culturas, como os sumérios, gravaram como a eles foram ensinados os rudimentos de agricultura e de outras tecnologias básicas para se criar uma civilização, por criaturas alienígenas. Alguns respiraram o ar da Terra, outros usavam roupas especiais de pressão e capacetes.


Antiga estatueta suméria representando um ser vestido com roupa espacial.


Algum tempo, o Sistema Solar poderia ter estado repleto de espaçonaves de exploração, orbitando a Terra, explorando Marte, Vênus e outros planetas, com a construção de colônias científicas. A pesquisa pode ter acontecido durante milhares de anos e pode ainda estar acontecendo agora, em nossos dias...

ESPACO SECRETO

Boriska o garoto que veio de Marte

A Verdade Sobre A Lua

BASES SUBTERRÂNEAS NAZISTAS NA GROENLÂNDIA "PONTO 103"



“ Wiener Montag” de 29 de Dezembro de 1947: “Grupos de Combate Ainda Ativos na Groenlândia? Desembarcados Submarinos Alemães há Quase Seis Anos na Planície Nevada!”. Segue o texto do jornal: “O Comandante Hammerlein, que antes da Segunda Guerra Mundial fez várias expedições polares, chefiou o grupo Bando Branco da Morte, muito bem equipado e com 150 homens que portavamos mais sofisticados; a 180 Km do porto Augmasalik constituíram uma estação para telegrafar informações metereológicas para a Alemanha. Com os submarinos vieram os mantimentos e dois geólogos que provavelmente buscavam urânio; segundo os esquimós, os alemães trouxeram um avião desmontado no Outono de 1943. No outono seguinte, vieram no último transporte 30 homens da SS e em Maio de 45, 150 sodados desapareceram da região, mas alguns anos depois os esquimós acharam os mesmos alemães em1947, na Groenlândia.”

A clara implicação disto é que a inscrição “Thule 1 K” é “Thule Kampfgruppe 1 e que jamais se renderia, tendo uma missão a cumprir; é notório o fato que os americanos não descobriram bases na Groenlândia por duas razões: a primeira é que a região é enorme e porque, como aconteceu na Nova Suábia, essas bases foram cosntruídas sob o gelo e rocha a uma profundidade de 2.000 metros. Se a base fosse dedectada, os alemães se serviriam de duas novas armas, a de raios laser inventadas por Nicola Tesla e o Paralizador de Motores, capazes de imobilizar à distância tanto aviões quanto automóveis. Landig nos diz que a base a leste da Groenlândia tinha de 80 a 100 homens da Wermacht, mas estranhamente isolada das demais; se isto não for suficiente, há uma fotografia de soldados americanos comendo rações capturadas de bases germânicas na Groenlândia, fora outra que exibe um barco alemão com suprimentos da região.

O vídeo “Segredos Ufológicos do Terceiro Reich” ( N.T.: o vídeo “Os Ufos do Terceiro Reich”, editado por Rodolfo Heltai com tradução e comentários deste tradutor, é ainda mais completo) sugere que as bases groenlandenses serviam como apoio aos Discos Voadores e é preciso dizer que William Landig diz em sua obra “ficcional” que os fatos são verídicos mas os nomes foram mudados por razão de segurança. Isso significa que o seu Ponto 103 não é a Groenlândia e sim a região ártica canadense, embora outros detalhes geográficos nos dêem a entender que é da Groenlãndia que se trata por ser próxima da Noruega. A base do Polo Norte alemã era denominada de Ponto 103 por Landig, que a descreveu como sendo muito grande e importante contendo hangares para aviões, armas, suprimentos, comida, munição, comando de oficiais, salas de conferência militar, sem falar em todo tipo de instrumentos estocados. Centenas de soldados guardavam o local, que como as demais, funcionava como estação metereológica, dando a impressão de que se parecia com a Força Aérea, exceto que se localizava no Polo Norte e que os suprimentos estavam enterrados em rocha sólida; uma montanha semi-circular amuralhava o Ponto 103 e o sopé serviu de pista para aviões especiais ( D.V.s? ) que por motivo de segurança não podiam ser montados na Alemanha. O ponto 103 se conectava com outras partes do mundo através dos V-7; após a Capitulação de 8 de Maio de 45, as insígnias da Luftwaffe foram substituídas pelo símbolo do Sol Negro (Um círculo preto e vermelho). Novas ordens chegavam ao Ponto 103 por rádio e aquele estava ligado às bases antárticas e a nodeste dos Andes. Muitos ramos das Forças Armadas (antiga Reichwehr) foram representadas pela SS em muitos segmentos, sendo possível que a Divisão Polaris fizesse parte da Thule Kampfgruppe quando habitava o Ponto 103; Polaris se referia à estrela polar, a única que permanece estática enquanto as demais circulam no céu noturno, apontando o norte verdadeiro aos navegadores. Curiosamente, há dois pontos magnéticos polares no ártico canadense e Landig descreve, além dos V-7, outros aparelhos aéreos que não tinham sido produzidos como o Junker Dornier, logo construído em Berlim, com duas fuselagens e uma tripulação de tres pilotos e era desarmado e refrigerado a ar com motor Daimler-Benz 606 com quatro motores fazendo o avião atingir 735 Km p/hora, comalcance de 8.000 Km, sendo extraordinariamente rápido, funcionando como nave de reconhecimento; já o Dornier 635 tinha a surpreendente função de puxar grande massa, i. é, outro avião, lembrando o glamuroso Messerschmidt gigante; o que era curioso é que o 635 era resultado de uma fusão de dois Dornier 335 com asa central. O piloto sentava à esquerda do aparelho junto com o homem do rádio enquanto que o co-piloto ocupava olado direito do”gêmeo, sendo que o combustível ficava armazenado no centro da asa e o aparelho era similar ao Heinkel 111. O Dornier 635 foi trazido para o Ponto 103 através da Noruega, equipado com nova espécie de bússola que não se orientava por linhas magnéticas porque bússolascomuns não funcionam no Polo Norte. A nova bússola, a HimmelKompass ou Bússola Celeste, usava a posição do sol, funcionandomesmo no crepúsculo ou quando o astro estava abaixo da linha do horiizonte, já que a luz solar é polarizada quando atinge a Terra, produzindo forte campo magnético na região. Com o auxílio de outras ferramentas de mensuração, a localização exata era conseguida; presumivelmente, todas as aeronaves, incluindo as V-7 eram orientadas pela Himmelkompass. Um Segundo avião, semelhante a um inseto era o Dosthra, que usava insígnia de dois círculos pretos (Shwartze Rundel); sua envergadura media um lado da asa dum B-29, construído em metal comprimido a pressão de 400.000 atmosferas, que funcionava como armadura protetora e o que realçava a aparência de inseto eram as duas torres de vidro com metralhadoras na frente do aparelho. Em vez de metralhadoras, o Dosthra era munido de raios letais, atraindo ou repelindo forças magnéticas lançando balas especiais de inacreditável velocidade. Tinha uma tripulação de sete pessoas, podendo operar com apenas cinco. Com trem de pouso de quatro metros de diâmetro, aterrissava confortavelmente; suas asas possuíam quatro propulsores radiais Argus. E como no caso do B-36 americano, outro motor era colocado na parte detrás do aparelho e nas pontas das asas, podemos dirigir o avião, muito resistente. O Dosthra voava a 830 Km p/hora e seu alcance era de 22.000 Km, com altitude de 32.000 Km, podendo voar à América costa a costa. Não se sabe se era usado como bombardeiro mas é uma possibilidade. O desenvolvimento do Dosthra ( Dornier Stratosphaeren Flugzeug) ou Avião Dornier Estratosférico, que gerou o Haunebu, o mais “conhecido” segredo do Terceiro Reich, um autêntico Disco Voador, com características maiores que o Vril, ambos movidos eletro-magnéticamente. Durante a Segunda Guerra, a Alemanha foi rodeada de inimigos ferrenhos e o governo teve que importar trabalhadores de vários países ocupados; a espionagem inimiga tinha problemas de distância e relativa homogeneidade étnica. Além disso, o código secreto alemão foi decifrado pelos ingleses: a máquina “Enigma”; os alemães confiavam em Enigma porque o código era reprogramado mecânicamente, sendo que o envio e o recebimento de mensagens obedecia a um arranjo de tempo e issojá não podia ser feito.

Contrariamente ao que se pensa, os alemães não eram idiotas; conhecendo sua derrota, os técnicos desenvolveram uma espionagem “low tech”, usando mensagens dos Aliados contra eles mesmos, como o de falsear a numeração dos submarinos afundados, escondendo dos inimigos poderosa frota de mais de cem U-Boots. Dois ou mais projetos possuíam o mesmo codinome, o que deixava os americanos zonzos, sem mencionar que os projetos tinham diferentes níveis de prioridade e segredo. Renato Vesco batizou de “Bolas Luminosas”( Kugelblitz) para denominar os D.V. da Segunda Guerra, porém um escritor contestou-o, dizendo que o Kugelblitz era peça de ignição usada na bateria anti-aérea; o escritor Moore pensava que dois projetos diferentes não deveriam Ter o mesmo nome e que um deles deveria ser falso. Isso apenas serviu para se jogar a água da bacia com o bebê junto...

O que esse escritor não sabia que havia um terceiro Kugelblitz, um tanque anti-aéreo; os truques dos alemães confundiram pessoas como as que atacaram Vesco, como também os países vencedores por 50 anos. Lembremo-nos que havia tres Kugelblitz, o tanque, a ignição e o Disco Voador eram níveis de prioridade e segredo; dois projetos homônimos não significam uma fraude. Recordemo-nos do Dosthra bombardeiro, avião e Haunebu, ambos envolvendo vôos de longa distância e a firma Dornier podia se beneficiar da confusão gerada pela mesma designação; de fato, os ingleses captaram uma mensagem a respeito do haunebu-Dosthra já em 1941 e os britânicos não creram nela...

Sabemos que a SS mantinha um departamento de energia alternativa, a Instalação de Desenvolvimento 4 e outra instituição era o Gabinete Especial 13 com codinome Urano-13 e que a energia Vril foi adaptada para os D.V. V-4 e V-7, conectados esses departamentos com o Ponto 103. O Vril é descrito como sendo a extração da eletricidade na condição de agregado de massa, como umgás, um fluido e ao mesmo tempo um sólido, uma aplicação do éter em alta voltagem descrita por William Lyne em seu livro “Alienígenas do Pentágono”. A personagem do livro de Landig, o capitão Reiner, diz: “Apenas falsas predisposições nos impedem que dominemos a fissão nuclear; o Ponto 103 é um império, não uma ilha.”

O Ponto 103 ocupou-se também com a pesquisa de energia alternativa baseada no calor latente da atmosfera, usando o vapor de benzeno, processo desenvolvido em 1944 pelo engenheiro Doczekal como um motor perpétuo; esse calor é gerado ou absorvido por fusão ou vaporização.

Um invento maravilhoso foi o Magnetofunk, que através de ondas magnéticas desviava a rota de aviões inimigos, fazendo com que nunca achassem o Ponto 103, que por causar alterações na leitura do norte magnético, deveria estar muito próximo ao polo magnético numa área em que distorções da leitura da bússola eram esperadas, além de que novo aparelho pudesse guiar os aviões a local seguro. O norte geográfico, localizado a 70 graus de latitude norte e 29 graus de longitude oeste na península Boothia no território noroeste do Canadá; pela lógica, o Ponto 103 estaria na ilha do rei William ou na ilha Príncipe de Gales, ilha Somerset, ilhas Baffin ou ainda a ilha Victoria, todas rodeando o polo magnético. A pergunta é: como os pilotos alemães conseguiam localizar a base na vastidão gelada? Simples: usavam uma combinação da Bússola Celeste com o sistema Junker-Dornier.

Em 1978, sete anos depois que Landig escreveu sua obra, um cidadão do NOVO MÉXICO, Bill Lyne, colecionava objetos insólitos, além de ouro; na cidade de Albuquerque, Lyne comprou de uma instalação militar americana, a Base Scandia, um velho aparelho navegacional, compreendendo que estava diante de um velho achado: era uma bússola, um giroscópio manual fabricado na Alemanha em 1942;

O Mito do Andrógeno.


Na Grécia Antiga existia o mito de que, no início dos tempos, os seres humanos eram enormes e redondos, com quatro braços, quatro pernas, duas cabeças e tinham os dois sexos. Eram a criação preferida de Zeus, o rei dos Deuses. Mas ficaram ambiciosos e tentaram roubar o fogo dos deuses. Zeus, é claro, descobriu. Como castigo, Zeus partiu os seres humanos em dois. Mandou que Netuno costurasse a pele - no lugar do remendo ficou o umbigo. Sem piedade, afastou as metades. Depois disso, os seres humanos passavam a vida se sentindo incompletos, vagando desesperados pelo mundo, procurando sua outra metade. Quando se encontravam, as metades se abraçavam chorando, ficando assim - abraçados - até morrer. Preocupado, com medo de que os seres humanos simplesmente desaparecessem da face da terra, Zeus criou os orgãos sexuais, para que pudessem se reproduzir enquanto estivessem abraçados. E esta é até hoje a nossa sina: vagar pelo mundo, nos sentindo incompletos, procurando nossa outra metade.
Hermafrodita foi uma divindade grega híbrida, filho de Hermes e Afrodite, sendo conhecido pela sua beleza extrema. A ninfa aquática Salmacis apaixonou-se por ele, mas a sua paixão não foi correspondida. Assim, ela implorou aos deuses que a unissem ao corpo do jovem deus para sempre, ao que os deuses acederam. Os gregos acreditavam que quem tomasse banho na fonte de Salmacis passaria a ser hermafrodita.
Mas a presença de divindades hermafroditas nas lendas mitológicas não se resume aos gregos, numa observação mais profunda, esta versão surge também na lenda de Adão e Eva. Dos países nórdicos chega a lenda contida no livro de Edda, que conta o seguinte: ‘Alffadir criou o mundo e dos vapores frios da região das trevas nas Imir, pai da raça dos gigantes. Para alimentá-lo foi criada a vaca Audumbla, de cujo ubere emanaram quatro rios de leite. Então, farto, Imir dormiu. E do suor de suas mãos nasceu um casal, macho e fêmea, de gigantes.’ Este é o divino hermafrodita primitivo, gigantesco e sublime da Ilha Sagrada.
No Gênesis da Bíblia Adão adormece e Deus tira Eva de uma costela. Antes deste instante Eva estava dentro de Adão e era o próprio Adão, sendo que este pode ser considerado neste prisma como um hermafrodita.


quarta-feira, 14 de março de 2012

A verdade sobre o vídeo do gigante adormecido. Incrível!!! Inacreditável...

LENDA FENÍCIA QUE TODO CARIOCA SABE...

A HISTÓRIA SECRETA DOS ESPIÕES PSÍQUICOS DOS ESTADOS UNIDOS.




Não era um segredo mundial o fato de que a União Soviética mantinha um serviço de espionagem psíquica nos tempos da guerra fria. Os russos possuíam psicobiofísicos (como preferiam chamar os parapsicólogos) de um grande gabarito: Naumov, Leonid Vasiliev e outros, apesar do "sistema" então vigente. De vez em quando, corriam notícias acerca de "top secrets" dos Estados Unidos divulgados a partir da União Soviética o que, evidentemente, criava surpresa e mal estar aos americanos.



Um sistema de radar barato
"Parece-me que seria um tipo de sistema de radar barato, infernal. E se os russos o
possuem e nós não, estamos envolvidos em um sério problema".
Repreentative Charlie Rose -
D-NC, House Select Comittee on Intelligence (1979).
Radar barato? Que radar seria este?

Os americanos resolveram convocar dentro das suas Forças Armadas os oficiais que manifestassem talentos e pendores paranormais. Não teriam o dispêndio de fortunas extra, criação de novos cargos e, sendo militares, os convocados já estariam acostumados ao comando das hierarquias e a manterem o sigilo diante dos segredos que lhes fossem confiados.

O livro de Sheila Ostrander e Lynn Shroeder - Descobertas Psíquicas atrás da Cortina de Ferro (Psychic Discoveries behind the Iron Curtain), publicado em 1970 acendeu o temor de que o atraso americano em relação ao emprego da "Energia Psi" como forma de espionagem, colocasse o país desarmado e sem reação diante daquele tipo inusitado de arma secreta.

Ostrander e Shroeder noticiavam quarenta cidades do bloco soviético como possuidoras de "centros de adestramento" e pesquisas psíquicas muito bem administrados por um Prêmio Lenin - Leonid Vasiliev - também diretor de fisiologia da Universidade de Leningrado.

O estímulo

O "Caso Nautilus" foi um dos fortes estímulos que impulsionaram a "corrida psíquica" na União Soviética. A revista francesa "Science et Vie" publicou, em 1960, um artigo sensacional intitulado "O Segredo do Nautilus".

O artigo relatava o fato de que os Estados Unidos haviam empregado a telepatia para se comunicarem, de terra, com o submarino Nautilus, o primeiro submarino nuclear americano, submerso sob a capa de gelo do Ártico.

D acordo com o relato, o presidente Eisenhower dedicara um carinho especial a este projeto que demonstrou índices de sucesso superiores a todos os que envolviam, até então, o uso da telepatia.

No projeto figuravam a Marinha, a Força Aérea, a Westinghouse, General Electric, laboratórios Bell e a Rand Corporation.

O item de relevo era o de que um submarino quando imerso em águas muito profundas não conseguia receber ou transmitir informações, devido ao forte bloqueio feito pelas águas do mar nas freqüências do rádio. Para se comunicar, o submarino teria que emergir e subir a sua antena se expondo ao ataque inimigo, a telepatia aparecia como solução ideal para estes problemas devido a ausência de quaisquer obstáculos à sua ação. Se a telepatia podia ser usada com tal sucesso, todos os outros meios de comunicação, tecnológicos ou não, estariam, desde já, obsoletos.

O autor do artigo, Gerard Messadiè, citou como FONTE o cientista, jornalista, escritor e herói da resistência francesa na 2ª Guerra Mundial, Jacques Bergier, co-autor do "best seller" - O Despertar dos Mágicos - Bergier desculpou-se e tirou o corpo fora da estória.

Os americanos negaram o fato veementemente, mas a União Soviética acreditou piamente na existência do "affair", julgando que todas as negativas americanas eram devidas ao "SEGREDO", tão comum, em eventos como este.

Estimulados, os russos mergulharam profundamente nos trabalhos referentes à espionagem psíquica. Eduard Naumov pode reportar que os russos haviam obtido um sucesso extremo em experiências semelhantes a do Nautilus e que já haviam desenvolvido um método de espionar telepaticamente as comunicações psíquicas de outros povos.

O livro de Ostrander e Schroeder apareceu nesta época. Estes fatos dispararam os mecanismos de ATENÇÃO dos Estados Unidos. A CIA e o Pentágono, que jamais haviam dado a menor importância às pesquisas efetuadas no território americano (anos 50 e 60), resolveram observar e executar trabalhos e pesquisas mais concretas nesta área. Partiram para a seleção dos "talentos psíquicos", procurando-os dentro das suas Forças Armadas.




"Nunca apreciei os debates mantidos com os céticos, porque se você não acredita que a "visão remota" (remote view) é real, você não fez a sua "Lição de Casa". Não sabemos explicá-la, mas não estamos interessados nisto e sim em determinarmos onde há um uso prático para ela".

Major General Edmund R. Thompson.
Army Assitant Chief of Staff for Intelligence (1977/81).
Quando foi finalmente selecionado um "dream team" de atletas PSI, este time estabeleceu-se em Fort Mead com a denominação inicial de - Gondola Wish - um projeto apresentado por Skip Atwater, já entrosado no assunto da espionagem psíquica e com um curriculum realizado no SRI (Stanford Research Institute) de "efeitos" paranormais: a habilidade de "sair fora do corpo" (out of body experience - obe) adquirido na sua adolescência.

A tarefa de selecionar "dream team" de operadores psíquicos lhe foi imposta, tendo como companheiro de trabalho o Major Watt.

O grupo, inicialmente, foi composto por: Mel Riley, Steve Hauson, Nancy Stern, Bud Duncan, Fernand Gauvin, Steve Holloway, Ken Bell, Joe MacMoneagle e outros (alguns desses nomes são pseudônimos).




. .
Joe MacMoneagle, posteriormente, foi eleito o mais-que-perfeito dentre todos eles e Mel Riley foi um outro destaque. Mais tarde, Pat Prince agigantou-se no cômputo geral de excelência do "dream team", como os chamou Jim Schnabel, biógrafo dos acontecimentos.


Remote viewing (visão remota)

O que é "visão remota"?

Esta designação foi cunhada por Joe MacMoneagle como um tipo de sinônimo para clarividência (clairvoyance). A visão remota ultrapassa as bases da clarividência e algumas das suas características. Tecnicamente, o clarividente possui a habilidade de perceber coisas à distância, mas, NO TEMPO DITO REAL.

A visão remota ultrapassa a 4ª dimensão: O TEMPO.

MacMoneagle e alguns dos seus companheiros conheceram tempos remotos e tempos futuros, visitaram e argüíram pessoas, mentalmente, no momento já ultrapassado de suas experiências e delas conseguiram extrair segredos capitais.

Em alguns casos, os "remote viewers" tiveram o poder de influenciar mentes e inspirar acontecimentos futuros nas vidas das pessoas que pesquisavam. Ken Bell, um dos sensitivos, calcou na mente de um membro da KGB, a idéia de que deveria voltar para a União Soviética, pelos seus filhos, Sergei e Svetlana, que se ressentiam da sua ausência e das promessas que o pai lhes fizera. Segundo Jim Schnabel, esta foi uma das mais bizarras das investigações psíquicas levadas a efeito. Quando Bell percebeu que a resistência mental do russo havia arriado, conseguiu retirar as respostas de que necessitava, com urgência, no seu trabalho de espionagem.


The Monroe Institute

Fundado pelo engenheiro Robert Monroe, ele próprio um paranormal cuja especialidade era a "saída fora do corpo" / OBE. Bob Monroe escreveu três livros sobre o tema sendo que o primeiro deles em co-autoria com o Dr. Charles Tart, quem o pesquisou.

Monroe dedicou uma grande parte da sua vida à pesquisa dos Estados de Consciência Alterados, razão do seu instituto.

O marco número 1 do seu programa de cursos e treinamentos - o Gateway Voyage - foi freqüentado por diversas turmas de oficiais graduados e de militares pertencentes às Forças Armadas Americanas.

Joe MacMoneagle acabou por casar-se com a enteada de Bob Monroe, Nancy, quem dirigiu por anos a fio o The Monroe Institute. Hoje, o casal mantém o seu próprio centro de estudos.

O vidente 518 (número código de Moneagle) foi apelidado de "Joe of Arc", devido à semelhança dos eventos paranormais na sua vida, com os ocorridos na vida de Joana D'Arc - a donzela de Orleans.

"Eu seria um enigma acima de qualquer outra coisa mais"

Uri Geller


Uri Geller (The Trickster - o Prestidigitador)

Até hoje Uri Geller, ao que parece, continua sendo um enigma para os cientistas: um paranormal genuíno? Um mágico? Ilusionista? Shaman? Prestidigitador?

Uri Geller já havia encontrado em Moshe Dayan um ardente fã, quando o herói da Guerra dos Seis Dias o testou e obteve a prova dos seus talentos.

- O que pode você fazer por Israel? - perguntou-lhe Dayan.

Uri Geller não pertencia ao exército americano, mas fora testado no SRI (Stanford Research Institute) pelo físico Harold Puthoff e Russel Targ.

O astronauta Edgard Mitchell que após visitar a lua tornou-se em um entusiasta das pesquisas parapsicológicas fundando o "Institute of Noetic Science", também já fora conquistado pelos talentos do jovem israelense apresentado a ele por Andrija Puharich (na época, mentor de Geller), um cientista muito conhecido e afamado internacionalmente. Edgard Mitchell foi o introdutor de Geller no círculo da PSI americana.

Testado, Uri continuou sendo um enigma: obtinha sucessos fenomenais e alguns fracassos desorientadores. As opiniões sobre as suas atuações eram divididas: uns o julgavam um talento genuíno e outros se mantinham céticos a respeito.

Entretanto, alguns "efeitos" impressionantes aconteceram durante o período em que foi testado, dentro do local dos testes e... nas casas de alguns dos envolvidos na pesquisa. "Efeitos" estes iguais aos que ocorriam durante o tempo em que residia com Andrija Puharich e que foram relatados no livro "Uri", escrito pelo cientista.

Na temática deste livro, toma-se conhecimento de que, segundo Puharich, Uri Geller devia os seus talentos às monitorações de SPECTRA e HOOVA, artefatos espaciais alienígenas, que provocavam efeitos "especiais e espaciais" através de Uri Geller, os mesmos efeitos relatados por Jim Schnabel no seu livro sobre a espionagem psíquica secreta, nos Estados Unidos: vozes metálicas profetizando e advertindo fatos, energias coloridas invisíveis a olho nu e tornadas visíveis nos filmes dos pesquisadores, aparições terrificantes de discos voadores tipo hologramas... que apavoravam os familiares dos pesquisadores e outros etcéteras.

Harold Puthoff e Russel Targ, já trabalhando do SRI, foram chamados a colaborar com o programa. Através de Puthoff, Ingo Swann, um artista novaiorquino que já se submetera às experiências PSI no "City College of New York" e no "The American Sciety for Psychal Research", veio trabalhar com os pesquisadores e o "exército de espiões psíquicos". Deve-se a Swann o sistema de COORDENADAS, que recebeu psiquicamente, para facilitar os trabalhos dos "remote viewers" e a "observação apurada de exatidão" das pesquisas, que ele denominou de AOL.




"Eu seria um enigma acima de qualquer outra coisa mais"
Uri Geller em seu espaço Peace of Mind
AOL

Esta técnica separa o "sinal-psi" do revestimento turbulento representado pela racionalidade analítica do próprio "sujet" (sujeito - o paranormal) e que surge nas seguintes ocasiões: bem no início da "sessão" o vidente declara - "é igual a ..." ou "me parece ser..." ou "lembra-me..." ou quaisquer outras qualificações, especialmente "igual a..."

Nestes casos, o AOL está se manifestando e estragando a informação subliminar recebida sempre nos primeiros instantes. O sensitivo irá se ater às suas racionalizações, deixando de lado as informações genuínas.

Se o AOL ocorrer no final de uma "sessão" bem sucedida, então, tornar-se-á em um elemento valioso para os dados subliminares já recebidos. Exemplo: se a tarefa dada foi - a pirâmide do Egito - e após falar a intuição do sensitivo ele oferecer descrições como "é como uma tenda" ou "lembra-me o rio Nilo" o AOL é válido e irá complementar os dados intuitivos, desenvolvendo a análise racional do próprio sensitivo sobre a tarefa imposta para que nela trabalhasse através de coordenadas, isto é, sem saber de início, qual seria o alvo desejado pelo seu testador.


Fatos bizarros

Don Curtis, físico do grupo de Livermore, descansava em sua casa com a esposa.

Curtis estava envolvido com os testes de Uri Geller.

De repente, um braço holográfico, com a mão substituída por um gancho, pairou diante dos dois, balançou-se no ar e desapareceu.

Em outra residência, a família de um dos cientistas já presenciara um holograma de um disco voador.

Curtis relatou o fato a Kennett, pertencente à CIA, e os dois chamaram, imediatamente, Harold Puthoff e Russel Targ. Puthoff já patenteara a sua descoberta de um laser infravermelho e trabalhava no SRI, para o governo, na área dos lasers.

Ele e Russel Targ estavam trabalhando com Uri Geller e foram interrogados se haviam usado lasers para comporem aquelas fantasmagorias. Os dois negaram veementemente a fraude.

Então, foram chamados para colaborarem na investigação de uma possível fraude.

Targ, Puthoff e Kennet encontraram-se em Washington, Kennet acabava de relatar-lhes a "aparição" do braço na casa de Curtis, quando uma mão pesada bateu na porta do quarto do hotel onde ele se hospedava. Apavorados, Targ escondeu-se atrás das cortinas e Puthoff voou para o banheiro, Kennet não teve opção: foi abrir a porta.

Na soleira, um personagem vestido à moda da Idade Média.

A inusitada e nebulosa figura caminhou vagarosa e pesadamente até chegar aos pés das camas do aposento, deu meia volta e falou com voz estranha e pomposa

- Eu ... devo... estar... no... quarto... errado!

E saiu de cena caminhando devagar e dando a chance de ser reconhecida a sua identidade: faltava-lhe um braço, umas das mangas do seu traje pendia vazia.


De outra feita, no laboratório onde Geller estava sendo testado, apareceu uma voz metálica durante a gravação feita pelos pesquisadores, PROIBINDO que eles testassem Uri Geller.


Um outro pesquisador, testando uma das médiuns do programa, de repente, viu no teto da sala o rosto do seu próprio pai falecido há algum tempo.

O próprio Kennet, da CIA, passou por maus pedaços, quando "pescou" de um dos livros de Robert Monroe, a técnica para "sair fora do corpo".

Kennett não soube fazer bem a sua lição de casa. Conseguiu o seu intento mas deparou com um grupo de monstrengos e um horrível duende (goblin) na outra dimensão do seu quarto.

Apavorado, encontrou dificuldades extremas em refugiar-se dentro da fortaleza representada pelo seu próprio corpo físico estirado na cama.

Bob Monroe sempre forneceu um ALERTA ignorado pelo temerário representante da CIA. Monstros e outras deformidades encontradas "lá fora", podem significar as NOSSAS PRÓPRIAS DEFORMIDADES INTERNAS: de caráter ou de personalidade. É a nossa parte sombria, que precisa ser trabalhada.

Com o passar do tempo o programa dos "remote viewers" foi encerrado devido a várias controvérsias nos altos comandos da iniciativa, somente o senador Byrd e Dick D'Amato, fizeram uma pálida reação contra a decisão dos que estavam na Colina do Capitólio, os suportes do programa, para que não encerrassem as pesquisas em Fort Mead: o quartel general dos espiões psíquicos dos Estados Unidos.

"Remote Viewers" - The Secret History of America's Psychic Spies
Autor: Jim Schnabel & Dell Book

O DILÚVIO


Hoje em dia existe a aceitação cabal de todos os estudiosos, inclusive dos que estudam a bíblia, de que o Gênesis e o Antigo Testamento bíblicos têm os seus originais na Suméria e na Babilônia (que traduzem os textos sumérios) .

Num texto encontrado em Qumran (Os Manuscritos do Mar Morto), denominado: "Quando os filhos de Deus divertiam-se com as filhas dos homens" - mais uma vez, os exegetas ficaram perplexos com este vexame enigmático, mas que consta do Antigo Testamento bíblico, situado em épocas anti-diluvianas.

Uma vez que os especialistas estudam os textos bíblicos e "Qumrâmicos" com tanto afinco e seriedade, deveriam valorizar os seus originais e... mais do que tudo, levá-los em consideração. Só quem escreveu os originais e seus enigmas, poderia solucionar os problemas surgidos - é lógico - "logicamente", esta seria a única solução. Ao que parece, os sábios não têm "lógica" ou... não querem ou não podem dar o "braço a torcer"!


Os Igi-gi

A bíblia fala sobre os "observadores", os "Anjos do Senhor!", os "Guardiões", "Anakins" e "Gigantes", "Nefilins" e "Elohim". Nos outros "planetas" do Universo "Infinito", os que se interessarem, encontrarão todas as traduções e as ações que estes seres desenvolveram no nosso planeta, conforme os relatos sumérios que os receberam diretamente destes colonizadores, ou VIVERAM estas epopéias, testemunhos oculares. Aqui, nos ocuparemos dos "Observadores/Anjos/
Guardiões e Gigantes", cuja denominação suméria é Igi-gi para todos estes títulos.

No final da nossa última "Idade do Gelo" (aproximadamente), uma raça alienígena, proveniente do planeta Nibirú/Marduk aportou na terra à procura de ouro e outros metais dos quais necessitavam, urgentemente, no seu planeta. Governados por ANU, este povo ficou conhecido, bem mais tarde, já na Suméria, com o nome de ANUNAKI.

Da mesma forma como procederam e procedem os nossos cientistas, eles construíram plataformas espaciais em torno do nosso planeta, parte do seu plano de colonização, guardadas pelos Igi-gi, os "Observadores" (Anjos do Senhor, Gigantes, Anakins, Nefilins e guardiões bíblicos). Um destes Igi-gi, Hazazel, convenceu alguns dos seus companheiros (mais ou menos cinqüenta Anunaki) a desobedecerem às ordens superiores de não descerem na terra sem que fossem mandados e o fizeram, eles sabiam de antemão que as "Filhas dos Homens eram belas", as "filhas dos Homens" pertenciam a uma raça que eles mesmos haviam semeado e evoluído no planeta, raça manipulada geneticamente pelos Elohim Enki e Ninti, seus superiores.

A conclusão desta história, foi uma grande "fornicação" no planeta o que gerou o nascimento de um número enorme de crianças (semi-deuses, já que os Elohim eram considerados deuses), e pôs por água abaixo o "controle de natalidade" escrito, programado pelo Elohim Enlil, irmão de Enki, então no cargo de "Governante da Terra". Há fortes suposições de que Enlil seja o Yahweh bíblico. O seu histórico leva a esta suposição e todos nós, os que conhecemos a bíblia, sabemos da severidade deste Elohim.

Hazazel foi proscrito e castigado, juntamente com os seus comparsas - OS ANJOS CAÍDOS - . No Yom Kipur judáico existe uma cerimônia onde após a absolvição da culpa de toda a assembléia, simbolicamente, esta culpa é levada para um local e destinada a Hazazel. Quem leva esta carga é um bode: o "Bode Expiatório" (origem desta expressão).

O Dilúvio

Enlil enfureceu-se contra os terráqueos devido ao episódio descrito.

Sabedor de que o pólo sul do planeta terra, devido à gravitação do seu próprio planeta que se aproximava, estava degelando rapidamente o que promoveria inundações, ondas gigantes (Tidal waves), maremotos violentos e um dilúvio. Então resolveu destruir a humanidade, calando-se e não tomando providência alguma para salvar a vida dos que viviam naquele planeta desobediente.

No voto (sob pressão), Enlil conseguiu a aquiescência dos outros Elohim quanto ao seu plano e exigiu um voto de silêncio total, sobre as intenções votadas: nenhum terráqueo saberia da sentença da sua morte. Mas Enki, seu irmão, um mega cientista e o Elohim criador da humanidade terrestre a partir da manipulação genética de um símio, que já manifestava aptidões suficientes para evolução mais rápida, e era compatível com a sua raça, porque fora semeado pela mesma semeadura acontecida no seu próprio planeta. Enki não se conformava e arquitetou um plano perfeito para, pelo menos, salvar um dos terráqueos, Ziusudra (Noé), seu filho com uma terrestre.


Noé - ATRA-HASIS

O ATRA-HASIS é a versão babilônica do texto sumério original. O texto babilônico, escrito na primeira pessoa, inicia-se assim:

"Eu, ATRA-HASIS, ficamos sabendo o estratagema de colocar um biombo, atrás do qual se escondeu e passou a falar em voz alta, como se falasse consigo mesmo, alertando a ATRA HASIS que deveria prevenir a população de que parasse de adorar os deuses - os Elohim. Eles não eram amigos dos homens, não deveriam receber sacrifícios de animais e as outras formas de adoração. ATRA HASIS obedeceu às ordens fielmente, mas, ninguém quis escuta-lo. O tempo urgia...

Chamado, novamente, ao templo, por detrás do biombo, recebeu a ordem de construir a ARCA e foi alertado sobre a catástrofe iminente. ATRA HASIS devia colher e levar o sêmen de todos os animais que pudessem conseguir, para manipulação posterior e sementes de tudo o que fosse útil. Quando ouvisse o estrondo de saída do último dos "SHEMS" (os foguetes propulsores das naves) deixando a terra, imediatamente, promovesse o embarque. E assim foi feito.

Quando as águas baixaram e Enlil acabou por descobrir o que acontecera, enfureceu-se contra o irmão Enki. Mas Enki conseguiu convence-lo das vantagens de uma aliança com ATRA HASIS. O Elohim acabou por prometer ao terráqueo de que jamais permitiria que os seres humanos fossem destruídos novamente pelas águas.

A Arca foi desenhada por um inglês com as dimensões prescritas. O resultado: um submarino que pode dar voltas sobre si mesmo debaixo d'água.

Estes episódios estão na bíblia e nos "Manuscritos Qumran" (Para se Compreender os Manuscritos do Mar Morto) e espera-se que Yahweh /Enlil se lembre de cumprir suas promessas!

O fato é que, segundo as descrições das tabulas suméricas, muitas delas já comprovadas pela ciência atual como fatos científicos re
descobertos no século que deixamos, nos falam dos acontecimentos pré-perihelio, de Nibirú no nosso sistema.

Sem exceção de um só fato, estamos presenciando os efeitos da gravitação deste enorme e belo planeta - origem da vida na terra, cuja órbita (no sentido dos ponteiros do relógio, ao contrário dos outros planetas) ao redor do sol dura 3.600 anos NOSSOS, o que justifica as famosas e enigmáticas "Listas dos Reis" e seus reinados centenários. Efeitos da entrada de Nibirú:
1. Movimento acelerado das placas tectônicas
2. Mudança, brusca, do clima
3. Erupções violentas de vulcões. Vulcões extintos voltando à atividade
4. Enchentes ou secas pronunciadas
5. Degelo violento na Antártida
6. Inquietação na humanidade e deterioração dos costumes.

Mensagem de esperança: segue-se uma Idade de Ouro.





Fonte: Jornal Infinito
http://www.jornalinfinito.com.br/asp/espiritualidade_diluvio.html

Teoria da Terra Oca

Essa teoria veio de John Clevers Symmes, nascido em New Jersey, EUA, em 1780 e feita com base na migração de aves para o norte.
A idéia parece um total absurdo e incoerente com o que é-nos ensinado na escola. Aos olhos do ceticismo, então, é pura fantasia.
Damos um salto no tempo e vamos para 1947.



A Grande Descoberta

1947 - Passados dois anos do término da 2ª Guerra Mundial o mundo ainda contava suas perdas. Nessa época, o contra-almirante Richard E. Byrd da Marinha dos Estados Unidos fazia uma momentosa descoberta.

Alçou vôo pelo Ártico numa expedição pelo pólo Norte por 2730Km ALÉM dele. Isso nunca havia sido realizado antes.

Progredindo além do pólo , viu uma terra sem gelo, lagos, montanhas cobertas de árvores e um grande animal parecido com o mamute(?). Ele desconhecia aquela terra. Mais tarde, voou para o pólo Sul e depois de ultrapassá-lo seguiu 3690Km para além dele. Convém aqui, esclarecer que as terras vistas por Byrd ao longo dos pólos Norte e Sul não aparecem noa mapas atuais.

Sua descoberta foi relatada aos jornais e rádios da época. Ninguém se manifestou a respeito, menos o público, que ficou estupefato pela revelação. A partir daqui, entra em cena Ray Palmer, editor da revista Flying Saucers, onde tornou pública a descoberta do almirante Byrd. Publicou essa informação em sua revista, vendida nos Estados Unidos, no final do ano de 1959. Verificou-se então, uma série de incidentes, indicando que forças secretas estavam conspirando para evitar que a informações se tornassem públicas. A edição da referida revista, que seria enviada aos assinantes e distribuída aos jornaleiros misteriosamente desapareceu. Elas não estavam mais no caminhão que as levaria ao seu destino. Tudo indica que esse deveria ser um segredo bem guardado.

Supôs-se que, os Estados Unidos não quisessem que o resto do mundo soubesse, afim de que outras nações não enviassem expedições e reivindicassem o terrítório para si.

A descoberta de Byrd é um grande segredo internacional e tem sido desde 1947.
- Fortes Evidências

Icebergs: Acredita-se que existam rios no interior oco e quente e fluem para a superfície. Chegando do lado de fora ( pela abertura polar ), onde é bastante frio, forman-se os icebergs. Isso pode ser provado pelo fato dos icebergs serem formados de água doce e não de água salgada. Poderia existir hipótese melhor para explicar sua formação?

Neve Colorida: Exploradores árticos presenciaram por diversas vezes uma neve colorida. A neve verde e amarela teria sua origem nos materiais vegetais, que suspensos no ar, a colorem. Supõe-se que estes vegetais sejam botões ou pólens de plantas. Como não se desenvolvem no gelo, só poderiam vir do interior oco da Terra.

Norte mais Quente: Constatou-se por diversas vezes, que quanto mais se andava para o norte, mais o clima se tornava quente. Se o interior é mais quente do que o exterior, o mais sensato é pensar que o vento saia e aqueça a atmosfera.

"Migração" de animais: Diversos exploradores freqüentemente viam grandes bandos de aves rumando para o norte. Também observaram o boi almiscarado, tordas, raposas, ursos e lebres. Buscavam, seguramente, um clima mais ameno.

Origem do mamute: Marshall B. Gardner em seu livro A Journey to the Earth's Interior fala de manadas de mamutes, elefantes e outros animais tropicais, que ao se aventurarem para fora, tornaram-se congelados pelo intenso frio. Isto explica a perfeita conservação desses mamutes.
- Origem Subterrânea dos Ovni's

Deixo a você a seguinte pergunta: Não seria mais lógico pensar que os Ovni's vem do interior oco da Terra, se ela assim o for, do que na crença de sua origem interplanetária? Ela coloca mais lenha na fogueira na discussão sobre discos voadores.
A teoria sobre a origem subterrânea dos Ovni's, surgiu no Brasil. Não seria demais se pensar que poderia existir uma civilização morando sobre nossos pés, bem desenvolvidos e organizados. O. C.Huguenin, autor de From the Subterranean World to the Sky: Flying Saucers, expõe como esta avançada civilização se estabeleceu. Segundo ele, são de uma raça antediluviana, diga-se Lemúria e Atlântida e que ali encontrou refúgio da inundação e das guerras que destruíram sua pátria.
Num artigo, Saucers from Earth: a Challenge to Secrecy do número de dezembro de 1959, Ray Palmer escreve: " A revista Flying Saucers reuniu uma grande coleção de evidências, para provar que os discos voadores são naturais da Terra e que isto é considerado inexpugnável; os governos de mais de uma nação sabem que isto é um fato e são tão importantes que são o maior segredo do mundo.
Este assunto é por demais complexo para ser bem explicado. Mereceria comn certeza alguns volumes como tema principal.
Para se refletir, transcrevo a frase do almirante Byrd em sua expedição para além do pólo Norte: "Aquele continente encantado nos céus, terra de eterno mistério!"

Nossa mente fica satisfeita quando nossas perguntas têm um resposta mais plausível e desejosa, ao contrário do que a ciência nos diz e que muitas vezes não estabele a verdadeira realidade dos fatos.

Albert Einstein e os Ufos


Semanas antes de sua morte Albert Einstein, este genio da século XX, confiou a jornalistas que o vieram interrogar sobre o misterioso problema dos OVNI's:
"- Os discos voadores são pilotados por um povo que deixou a Terra há 10.000 anos, ele volta em peregrinação às origens..."

Esta indicação dada por este grande sábio não foi nunca, ao menos oficialmente, explorada a fundo, e ainda hoje, a identidade dos construtores destas estranhas máquinas espaciais permanece um enigma.

Podemos contudo confiar em Albert Einstein, no que diz respeito à sua pertubadora afirmativa; o pai da formula E=m.c² tivera acesso aos livros sagrados dos rabinos cabalistas, e por meditação, este matemático fora série compreendera muitos segredos de nossa evolução. Numerosos hedraístas pensam que foi no SEPHER BERESHITH, que Albert Einstein encontrou os elementos necessarios para elaboração de suas equações revolucionarias. Ele teria principalmente compreendido a verdadeira significação do terceiro rio sagrado paradisíaco que, em linguagem esotérica, escreve-se Hidéquel, e que os iniciados hebreus designam pelo termo de ChiDeQel.

ChiDeQel é a potencia-total destinada a reger e a controlar a desagregação da matéria. O Livro dos Princípios ensina efetivamente que em todo fenomeno de condensação se prepara e se sucede sempre uma fase de liberação e expansão.

ChiDeQel é, portanto, a potencia destinada a reger e a controlar esta fase.

Os termos E=m.c² imaginados pelo matematico são a transposição da base radical de ChiDeQel que é ChaD que significa em linguagem usual: "afiado", "cortante"; portanto, em absoluto, potencia-total existencial susceptivel de dividir, de desagregar, por isso de fazer expandir-se e dividir. Este sentido é ainda reforçado pela união da primeira base a segunda: Qal, significando "rapido","leve". O "lamed" final exprime, pode-se dizer, o resultado da ação preliminar de penetração, dilaceramento expressa também pela palvra: "CheDeQ", isto é, "pontudo" e "picante". A base radical ChD = manifestação vital em ato de divisão e a base final QL significando liberação, expanção do que estava ate então, em condensação relativa. Constata-se pois que existe uma analogia profunda entre este sentido esotérico de uma parte do Bereshit e a idéia mesma da desagregação atomica.

Se Albert Einstein compreendera o sentido oculto, esoterico da escritura hebráica, e partindo disto, imaginou a formula matematica que deu nascimento a descoberta da energia atomica, podemos portanto estar certos que tinha tambem "entrevisto" numerosos outros misterios e em particular, o relativo aos OVNI's. A identidade dos seres que pilotavam não devia mais ser um segredo para ele. (...)"



Trecho do livro: "OVNI e as Civilizações Extraterrestres"
de Guy Tarade, editora Hemus - capítulo 7

Nuvens de Ontem e Nuvens de Hoje



“Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra haverá consternação dos povos pela confusão do bramido do mar e das ondas, morrendo os homens de susto, na expectação do que virá sobre todo o mundo, porque as virtudes dos céus se abalarão.



Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande poder e majestade.”
S. Lucas, 21, 25-28





Não nos cansaremos de repetir que a presença de civilizações extraterrestres sobre o planeta Terra é ainda mais antiga que a nossa história.
Para controlar a nossa evolução e para nos ajudar, estes Seres apresentaram-se em várias épocas e em particulares ocasiões, para nos evitar fatais degenerações ou, melhor dito, para fazer-nos compreender de uma maneira definitiva as Leis férreas que governam a harmonia evolutiva de todas as espécies vivas.
Tiveram, por conseguinte, de levar a cabo metodologias que, se estudais com liberdade de mente e de consciência, fazem ressaltar um só e único conceito: expressar os princípios do amor e da justiça. Um método muito eficaz e simples para expressar a sua metodologia é a de fazer aparecer os seus meios de transporte sob a forma de nuvem. Não é uma afirmação nova, antes é uma realidade muito antiga. Um dos livros mais interessantes para estudar e compreender esta realidade é sem dúvida a Bíblia. Ao ler este livro sagrado, encontramos frequentemente a palavra nuvem. Com conteúdos que vistos com os olhos dos homens tecnológicos e científicos do ano 2000, não parecem tão misteriosos e ainda menos irreais. Não se quer tampouco afirmar que a ‘nuvem’ seja um fenómeno frequente primeiro e durante a visita de Jesus Cristo neste planeta. Na verdade repetiu-se também nos nossos dias com o mesmo significado daquele tempo. Se nos propomos a iniciar com alguns passos da Bíblia, tomamos por exemplo, a intervenção da civilização extraterrestre sobre o povo de Israel que, noutras ocasiões, não é diferente à efetuada com os Egípcios, com os Incas, com os Maias, com os Hopi e sobre muitos outros povos espalhados em várias épocas sobre o nosso planeta. Ao ler os fatos descritos nos livros fundamentais da religião hebraica e cristã, ressalta imediatamente a figura e a obra de Moisés, do homem bíblico com indiscutíveis e muito elevadas qualidades psico-físicas e espirituais. De fato, um contactado com Seres Angélicos, em missão sobre o nosso planeta para propor ao povo eleito por Deus, as leis imutáveis com o fim de iniciar uma definitiva ascensão evolutiva e de notável importância para a história do planeta Terra.

Êxodo 24, 15-18: “Moisés subiu ao monte. A nuvem cobriu o monte e a glória do Senhor repousou sobre o monte Sinai, que ficou envolvido na nuvem durante seis dias. No sétimo dia, o Senhor chamou Moisés do seio da nuvem. Aos olhos dos israelitas, a glória do Senhor tinha o aspecto de um fogo devorador sobre o cume do monte. Moisés penetrou na nuvem e subiu à montanha. Ficou ali quarenta dias e quarenta noites.”





Para os estudiosos dos OVNI, para nós traçadores magnéticos, unir o significado de nuvem com aquele de meio extraterrestre não é tão difícil. Não é uma decisão de fé dado que a sua estrutura é comparável à de um planeta, e portanto, na presença de vapor de água, pode assumir perfeitamente a aparência de uma nuvem frequentemente de linhas geométricas imperceptíveis. Que pensar de Moisés, quando ficou dentro da nuvem por quarenta dias e quarenta noites?
A nuvem não tinha características evanescentes e depois Moisés, depois de todo este tempo, fez-se tão douto e sábio que pode instruir ao seu povo por um larguíssimo período. Devemos deduzir, sem lugar a dúvidas, que alguém o tinha instruído e sobretudo ajudado na sua dificilíssima obra.
Êxodo 40, 34-38: “Então a nuvem cobriu a tenda da reunião e a glória do Senhor encheu o tabernáculo. E era impossível a Moisés entrar na tenda da reunião porque a nuvem pairava sobre ela, e a glória do Senhor enchia o tabernáculo. Durante o curso das suas peregrinações, os israelitas punham-se a caminho quando se elevava a nuvem que estava sobre o tabernáculo; de contrário, eles não partiam até ao dia em que ela se elevasse. E, enquanto duravam as suas peregrinações, a nuvem do Senhor pairou sobre o tabernáculo durante o dia e, durante a noite, havia um fogo na nuvem, que era visível a todos os israelitas.”





Nesta descrição o símbolo da nuvem aparece-nos como algo capaz de levantar-se, de mover-se e de se pousar de uma maneira lógica e inteligente. Para além disso, era capaz de evitar ao homem sérios problemas quando tentava aproximar-se mais do que o previsto, quer dizer, ter problemas de contacto com a ‘glória do Senhor’. Mas este conceito não voltou a ser posto em evidência pelos melhores contactados do século XX, entre os quais estão Adamski, Siragusa, Meier e outros? De fato é muito perigoso para o homem terrestre aproximar-se do halo flutuante do meio discoidal se não está autorizado.
Seguindo ainda a Bíblia, aparece-nos sempre mais evidente a presença da civilização extraterrestre como na passagem dos Números 9, 15-23: “No dia em que o tabernáculo foi levantado, a nuvem cobriu-o. E sobre o tabernáculo, isto é, na tenda do testemunho, desde a tarde até pela manhã, e chegada a manhã se levantava, eles partiam; se depois de um dia e uma noite a nuvem se levantava, desmanchavam o acampamento. Mas se a nuvem se detinha sobre o tabernáculo vários dias, um mês ou mesmo um ano, os israelitas permaneciam acampados e não partiam; só partiam quando se levantava a nuvem. Levantavam e desmanchavam o acampamento, segundo a ordem do Senhor. E observavam o mandamento do Senhor como Moisés lhes tinha ordenado.”
Por conseguinte, o largo peregrinar do povo de Israel no deserto de Sinai é observado continuamente e dirigido pelos ocupantes do disco voador, donde surgiam as ordens, naturalmente as referidas pelo contactado Moisés.





E ainda não terminou.
Êxodo 33,9-11:“E logo que ele entrava, a coluna de nuvem descia e punha-se à entrada da tenda, e o Senhor falava com Moisés. À vista da coluna de nuvem, todo o povo, em pé à entrada das suas tendas, se prostrava no mesmo lugar. O Senhor falava com Moisés face a face, como um homem fala com um amigo.”
É evidente que se torna a confirmar como o explorador extraterrestre trabalhava ou estacionava nas proximidades do povo israelita, em viagem de purificação no deserto, durante quarenta anos. Como também se evidencia que Moisés podia falar cara a cara com o Senhor, fato determinante para esclarecer o conceito sobre a natureza deste Ser. Um Ser de carne e osso, que necessitava de um meio de transporte adequado e de estrutura consistente.






Conceito que é tomado na passagem seguinte.
Êxodo 34, 1-5:“O Senhor disse a Moisés: ‘Talha duas tábuas de pedra semelhantes às primeiras: escreverei nelas as palavras que se encontravam nas primeiras tábuas que quebraste. Está pronto pela manhã para subir ao monte Sinai. Apresentar-te-ás diante de mim no cume do monte. Ninguém subirá contigo, e ninguém se mostre em parte alguma do monte: não haja nem mesmo ovelhas ou bois pastando nos seus flancos.’ Moisés talhou, pois duas tábuas de pedra semelhantes às primeiras e, no dia seguinte, pela manhã, subiu ao monte Sinai, como o Senhor lhe tinha ordenado, segurando nas mãos as duas tábuas de pedra. O senhor desceu da nuvem e perto dele, pronunciando o nome de Javé.”
Noutras passagens ainda, são minuciosamente descritas todas as informações para delimitar os lugares entre os quais a NUVEM devia pousar-se e todas as recomendações a fim de que ninguém se aproximasse, para não causar terríveis consequências físicas. Quem conheceu ou leu as descrições dos atuais contactados não pode fazer outra coisa que admitir tal veracidade. Verdade que nasce do fato que os meios extraterrestres podem criar um halo muito forte de energia eletromagnética extremamente danosa para os seres vivos. Quanto maiores são as astronaves, maiores são os riscos físicos.

Na Bíblia há ainda muitas outras passagens nas quais são descritos tais meios com outras características. No Livro dos Reis (2, 11-12), Elias e Eliseu falam tranquilamente de um carro de fogo, sobre o qual, o mesmo Elias é arrebatado ao céu e Eliseu observava-o. Mais profunda é a descrição de Ezequiel, no seu livro, de uma grande nuvem ‘com um globo de fogo que ao seu redor era de uma grande resplendor...’. É uma descrição aparentemente fantástica se pensamos na cultura de um homem que viveu há milhares de anos e que, ainda que privilegiado, era sempre um pastor-sacerdote.






Chegando ao tempo em que o Mestre Jesus vem em missão no nosso planeta, descobriremos que se verificarão os mesmos acontecimentos. A NUVEM manifesta-se em várias ocasiões e acompanhou a obra de Cristo. Na passagem do Evangelho de Lucas (9,29-36), podemos ler: ‘Enquanto orava, tornou-se todo outro o seu rosto; o seu vestido tornou-se branco e resplandecente. E eis que dois homens falavam com ele: Moisés e Elias, os quais apareceram cheios de majestade, e falavam da morte que ele devia sofrer em Jerusalém. Entretanto Pedro e os que estavam com ele tinham-se deixado oprimir pelo sono. Mas despertando, viram a majestade de Jesus, e os dois varões que estavam com ele. Enquanto estes se separavam dele, Pedro disse a Jesus: “Mestre, é bom para nós estar aqui; façamos três tendas, uma para ti, uma para Moisés, e uma para Elias”, não sabendo o que dizia. Estando ainda ele a falar, formou-se uma nuvem, que os envolveu; e tiveram medo quando os viram entrar na nuvem. Então saiu uma voz da nuvem dizendo: ‘Este é o meu filho dileto, ouvi-o.’ Ao soar aquela voz, Jesus ficou só.”

Nos Atos dos Apóstolos (1, 9-11), onde se fala da Ascensão de Jesus, aparece novamente a NUVEM: “Tendo dito isto, elevou-se à vista deles, e uma nuvem o ocultou a seus olhos. Como estivessem olhando para o céu, quando ele ia subindo, eis que se apresentaram junto dele duas personagens vestidas de branco, os quais lhe disseram: ‘Homens da Galileia, porque estais aí parados olhando para o céu? Esse Jesus que, separando-se de vós, foi arrebatado ao céu, virá do mesmo modo que o vistes ir para o céu.’ ”.





O mesmo Envagelho de Lucas o confirma (21, 25-28): “Então verão o Filho do homem vir sobre uma nuvem com grande poder e majestade.”
É certo que se tem que ter valor para afirmar que as nuvens, descritas na Bíblia e sobretudo no Evangelho, são simples nuvens constituídas por minúsculas moléculas de água. Não é para nós nenhuma maravilha encontrar, nos finais do século XX, quem negue ao extremo uma verdade indisputável e sem mistério. Basta ser honesto consigo mesmo e não pertencer a nenhum sinédrio para tirar conclusões claras e inequívocas. De resto, ainda neste século se verificaram situações aparentemente inexplicáveis, mas que na realidade são de uma claridade absoluta, se se admitisse oficialmente a presença dos extraterrestres, componentes de civilizações muitos mais evoluídas, sob todos os pontos de vista que controlam desde sempre a nossa evolução. Creio que somos ainda crianças a enfrentar este tipo de problemas e para além de tudo isso, e é a coisa mais negativa, os que negam uma verdade similar, apesar das inumeráveis provas e documentações sérias que temos disponíveis.





Como se faz para negar uma verdade como a seguinte?
Gallipoli, porto da Turqia nos Dardanelos. Em 1915-16 foi cenário da resistência turco-alemã contra a ofensiva inglesa. Durante uma operação de guerra, em 20 de Agosto de 1915 desaparece o 5º Regimento de Norfolk (cerca de 400 homens) por obra de uma estranha ‘NUVEM’. O documento histórico do facto ainda ‘misterioso’ está conservado no Museu de Guerra em Londres e é oficialmente inexplicável.
Eis aqui a declaração textual entregue por um dos testemunhos, pertencente a uma secção do génio neozelandês: F. K. Reichart.

“O dia tinha-se levantado claro, sem nenhuma nuvem, à excepção de seis ou oito nuvens em forma de pão que estavam estacionadas por cima da ‘cota 60’. Notava-se que apesar de um vento do sul, de seis-sete km/h, tais nuvens não mudavam nem de lugar nem de forma.

Desde o nosso lugar situado a uma altura de uns 160 metros, quer dizer, cerca de 100 metros sobre a ‘cota 60’, pode-se ver outra NUVEM da mesma forma que parecia varrer o solo. Podia ter uma longitude de cerca de 300 metros e cerca de 70 de amplitude e de altura. A pouca distância da zona de combate, tal NUVEM parecia muito densa, quase sólida diria, e reflectia a luz do sol. Centenas de homens do 5º Regimento de ‘Norfolk’, subiam o leito da torrente seco que conduzia até a ‘cota 60’, que era em parte coberta por tal NUVEM. Eles imergiram-se sem vacilar... mas nenhum saiu mais para tomar posição e combater na famosa ‘cota 60’. Quando o último homem desapareceu na ‘NUVEM’, esta elevou-se lentamente como uma nuvem normal, ainda que conservando a forma. Por conseguinte, saí até à altura da outra NUVEM que estava por cima. Então o grupo de NUVENS partiu lentamente em direcção ao norte. Sobre o terreno não ficara nem um só homem, nenhuma arma, nada!”

Depois da capitulação da Turquia, a primeira petição avançada pelos ingleses foi a da libertação do 5º Regimento Norfolk, considerado perdido ou aniquilado em Agosto de 1915, no decurso de uma ação pela conquista da ‘cota 60’, um dos pontos nevrálgicos da península de Gallipoli. Mas os turcos responderam que para além de naquela jornada de 25 de Agosto de 1915 não terem feito nenhum prisioneiro inglês, entre os prisioneiros feitos em toda a campanha não havia nenhuma do 5º Norfolk.





A surpresa dos ingleses foi grande e procedeu-se a uma investigação durante a qual se encontraram muitos testemunhos que confirmaram o dito pelo soldado Reichart. Em honra da crónica, há que dizer que houveram outras situações similares, seja com militares ou civis. Um exemplo para todos é aquele que ocorreu na Argentina, em Maio de 1968. O famoso advogado de Buenos Aires, Geraldo Vidal, e sua mulher, dirigiram-se de automóvel a casa de uns amigos em Chascomus (a 120 km a sul de Buenos Aires). Depois do jantar, os Vidal decidiram continuar a viagem até Maipú (150 km mais a sul) onde seriam hóspedes da família Rapallini. Também eles tinham participado no jantar de Chascomus. Os Rapallini partiram de automóvel um pouco antes da meia-noite, seguidos pelo automóvel dos Vidal. Os Rapallini chegaram normalmente a Maipú, crendo que tinham sido seguidos sempre pelos Vidal. Mas esperaram em vão a sua chegada. Temendo um acidente, o casal Rapallini tornou a fazer o trajecto até Chascomus e regressaram de seguida a Maipú. Não encontraram nenhum indício, por isso, foi denunciada a sua desaparição à polícia. Aproximadamente 48 horas depois, na residência da família Rapallini, em Maipú, recebeu uma chamada telefónica da Embaixada Argentina da Cidade do México. Estava ao telefone o advogado Vidal, que assegurava estar em ótima saúde juntamente com a sua mulher. Regressados a Buenos Aires de avião, dito advogado explicou a sua aventura. A noite na qual tinha deixado Chascomus, em direcção a Mapú, mal saíram da cidade, uma densa neblina formara-se de improviso na frente do automóvel. Desde aquele momento, tanto ele como a sua mulher, caíram num estado de inconsciência que durou 48 horas. Acordaram em pleno dia, numa localidade desconhecida, onde o carro estava estacionado. Estavam intactos e o carro em ordem. Saíram do carro, viram que o verniz da pintura do carro estava completamente queimado, como se automóvel tivesse atravessado uma zona incendiada. Mas a coisa mais surpreendente foi que tomaram consciência de estar na Cidade do México, aproximadamente a uns 6 400 km do ponto de partida. Todos se aperceberam da extraordinariedade do acontecimento e que não podia ser explicado de nenhuma maneira. Voltou a ocorrer um evento impressionante acontecido recentemente, deixando de lado de propósito outras espantosas informações sobre o caso e em particular sobre a conjura do silêncio estabelecida, quer sobre este caso específico ou relativamente a centenas e centenas de manifestações deste tipo ocorridas em cada canto do planeta. Queremos, no entanto, concluir citando duas passagens do Evangelho.
Apocalipse 11, 12: “E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: ‘Subi para cá.’ E subiram ao céu na nuvem, à vista dos seus inimigos.”
Tessalonicenses 4,17: “Depois, nós os que vivemos, os sobreviventes, seremos arrebatados juntamente com eles sobre as nuvens, ao encontro de Cristo, nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.”







Extraído da revista italiana NONSIAMOSOLI
Ano XV nº1 - Junho 1998 /Junho 1999

Os Eons e a Evolução



A expressão "Era de Aquário" ou Nova Era tem sido bastante divulgada nos últimos anos, e tem origem no chamado Grande Ano, um ciclo evolucionário que acompanha a humanidade.

O Grande Ano é uma sucessão de Eras (Eons) geradas pela Precessão dos Equinócios - uma diferença de ajuste no ciclo anual que leva a cada 72 anos ao ponto inicial está situado 1 grau antes no círculo zodiacal, de forma que o ponto inicial vai retrocedendo, e a cada 2.000 anos aproximadamente retrocede um signo inteiro. A transição entre estas Eras não é bem definida, seus começos e fins se mesclam, mas os períodos têm características bastante evidentes que moldam a história da humanidade:


Era de Câncer:
8000 a 6000 aC
Durante este período se estabeleceu o culto à Deusa Mãe, o cultivo agrícola programado, a construção de residências familiares e estabelecimento de linhagens, tudo isto ligado à faixa de Câncer, que rege família, fertilidade, nutrição, casa, hereditariedade.



Era de Gêmeos:
6000 a 4000 aC
Durante este período se estabeleceram a escrita, os registros da história, o comércio internacional, eventos ligados à temática de Gêmeos, que rege comunicação, línguas, escrita, bibliotecas, escolas.


Era de Touro:
4000 a 2000 aC
Marcada por construções em pedra de nível nunca antes alcançado (as pirâmides, por exemplo), estabelecimento e cunhagem de moedas para o comércio, o culto aos touros em todo o Oriente Médio, esta Era reflete a fase humana ligada à simbologia taurina: estabilidade, finanças, produtividade.


Era de Áries:
2000 aC ao Nascimento de Cristo
A agressividade, militarismo, conquista e atividades físicas desta era são percebidas na evolução das cidades estado gregas em direção à democracia, na ascensão e queda do Império Romano tão bem relacionado ao deus Marte, no estabelecimento de grandes exércitos e da arte da estratégia militar, no estabelecimento dos Jogos Olímpicos. O signo de Áries rege armas, ferramentas, metalurgia, esportes, exércitos, cirurgias.


Era de Peixes:
Nascimento de Cristo a 2000 dC
Profundamente ligado ao misticismo, fé, sacrifícios e assistência social, o signo de Peixes predominou nesta Era e ao final do Império Romano a fé cristã se espalhou por todo o mundo conhecido, praticamente toda a arte tinha motivos religiosos. Outras religiões não cristãs também tiveram tempos áureos, numa demonstração de que predominava a busca mística da humanidade com seus elevados preços, pois várias guerras por motivos religiosos ocorreram, sendo que a perseguição dos judeus na Segunda Grande Guerra foi o sacrifício final desta Era.


Era de Aquário:
2.000 dC a 4.000 dC
Desde o ano de 1950 a humanidade não é mais a mesma. O signo de Aquário rege a tecnologia, e ao mesmo tempo o resgate da sabedoria antiga, o computador ao lado da arqueologia, uma mescla intrigante que parece excêntrica, mas hoje faz muito sentido. A excentricidade é uma constante aquariana, e se vê no fenômeno hippie dos anos 60, mas outras características aquarianas estão mais evidentes: a globalização, a aceleração da história, a busca dos conhecimentos ocultistas antigos, a conquista do espaço, o direcionamento a ver a humanidade como um todo ao invés de países isolados. Nos últimos 50 anos evoluímos o equivalente a 1000 anos de história, em parte devido à tecnologia e à velocidade de comunicação, mas em parte devido à maturidade do homem, que está gradualmente passando a deixar de olhar para si mesmo e olhar para o conjunto dos homens.

Restos de Ovnis

"Vender" território brasileiro para financiar a implantação de um regime?


Orlando Villas Bôas profetizou, General Heleno alertou muito sobre estes territórios "que eram nacionais", mas foram calados com a indiferença, relegando seus alertas ao esquecimento, através do abafamento.
A mídia parou de divulgá-los!
Vídeos breves no final
Aqueles a quem o povo delegou a tarefa de preservação da soberania, através do voto, mostram-se coniventes, num comportamento típico que caracteriza todo vendilhão.

Hoje, resta-nos lamentar a indiferença, a cumplicidade, a conivência criminosa, a má intenção de 10 anos de
governo inépto para os brasileiros. Legislam a favor dos interesses pessoais daqueles que com eles compartilham este mar de podridão.

Tudo para financiar a implantação de um regime que não tem a cara do Brasil. Um regime que contraria a natureza de um povo alegre, um povo liberto, um povo que tudo supera com a fé e com a ação - dois ingredientes que agora estão sendo cerceados. Um regime onde poucos, muito poucos, terão uma vida abastada às custas do aumento da miséria dos miseráveis, da descapitalização de quem trabalha, empreende e constrói este País que prometia figurar entre as primeiras nações do mundo.

Esta retroação mostra a necessidade de politização de um povo ignorante em sua maioria, carente de educação e cultura. Povo escravo de uma mídia de baixíssima qualidade e manipuladora, financiada com o dinheiro sujo do maior esquema de corrupção do planeta no momento atual.



Esta retroação mostra a necessidade URGENTE da interferência daqueles que carregam o sagrado juramento de DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL.






"Ou ficar a Pátria livre ou morrer pelo Brasil"

Veja o alerta do General Heleno! Video com menos de um minuto






Hercólobus


Como temos recebido uma série de e-mails perguntando sobre o assunto, resolvemos transcrever um artigo que achamos bem elucidador.
Os adeptos do espiritismo, esotéricos e ocultistas conhecem e aguardam a vinda de Hercólobus, o planeta que determinará o fim da civilização dos humanos e do planeta Terra tal como os conhecemos.

O nome Hercólobus vem termo herkos, que em grego significa muralha e representa força, fortaleza, termo de onde também se origina o nome do herói grego Hércules. Michel Nostradamus o batizou com o nome de Grande Rei de Terror. No Apocalipse é chamado Ajenjo e é também conhecido como Planeta Vermelho e Wormwood (Amargura).




A vinda de um ente celeste que trará o Juízo Final e a purificação da raça humana através do maior de todos os sofrimentos, está nas profecias de São João, na Bíblia, no livro do Apocalipse. Os esotéricos em geral dizem que além de São João, o cataclismo final pelo impacto de um astro que causaria a destruição do mundo foi previsto também pelo astrólogo e médico francês Nostradamus que, como São João, teve visões e profetizou sobre o futuro e suas palavras se encontram na forma de quadras das Centúrias.Os dois textos não precisam datas, mas ambos se referem a um desastre cósmico presenciado pelos humanos no que seria o fim dos tempos.

Segundo o Apocalipse de São João (6:12-14):

“E vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como um saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue.
E as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes.
E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos de seus lugares”

Nostradamus, por sua vez, escreveu em algumas das 942 quadras (textos de quatro linhas) de suas Centúrias, previsões que se ajustam `as visões de São João e às antecipações dos Mestres esotéricos a respeito da entrada, em nosso sistema solar, de um de um “planeta invasor”, ou um gigantesco cometa, causando desastres insondáveis, entre eles a mudança do eixo terrestre. Este planeta-cometa é Hercólobus.




Hercólobus é descrito como um astro seis vezes maior que o planeta Júpiter, o maior planeta do sistema solar. Ele se move numa órbita achatada, que a cada 3.600.000 anos passa pela Terra, arrastando com ele tudo que encontra. Por seu tamanho soberbo, Hercólobus gera um estupendo campo gravitacional. Assim, mesmo sem colidir com nosso planeta e mesmo estando a 500 mil quilômetros de distância, sua presença causará transtornos fenomenais.
Tal aproximação o fará refletir a luz do sol, fazendo-o ser visto como um “segundo sol” durante sete dias em diversas partes do mundo, em pleno meio-dia. Segundo interpretações das profecias e cálculos astronômicos, a mera entrada de Hercólobus no sistema solar causará um tsunami (uma onda gigantesca no mar, que alcançará cerca de cinco quilômetros de altura), além de movimentos tectônicos e terremotos, devidos à vibração e à energia que se produzirá pela atração de Hercólobus sobre a Lua. A rotação dos eixos da Terra será acelerada violentamente e os pólos serão Equador e parte do Equador se tornará pólos

O desvio do eixo e a provável mudança da órbita terrestre em direção a Hercólobus decretarão um caos apoteótico de proporções inimagináveis, apagando por completo as formas de vida humana, vegetal e mineral como as conhecemos atualmente. Os cientistas tentarão afastar Hercólobus com armas atômicas, dizem os ocultistas, o que será inútil e um grave erro, já que este planeta, segundo alguns mestres, é habitado por seres humanos. Atraindo o fogo do centro da Terra para a superfície, Hercólobus refundirá os elementos, encerrando por completo mais um capítulo da história humana, pois segundo os ocultistas, esotéricos e espíritas, as passagens anteriores de Hercólobus pelo sistema solar é que teria encerrado o período existencial das civilizações da Lemúria e Atlântida.

Embora muito conhecido entre os ocultistas, gnósticos e demais grupos esotéricos, o planeta Hercólobus, do ponto de vista astronômico, não existe. Nem existe também o sistema solar do qual se diz que ele é originário: Tilo. Os dados sobre ele são obtidos a través dos ensinamentos dos Mestres, um dos quais é Berrnard, que teria sido um astrônomo atlante. Segundo os astrônomos atuais, contudo, Hercólobus é um tema místico ou de ficção científica, já que um planeta seis vezes maior que Júpiter teria um diâmetro de aproximadamente 500 mil quilômetros, sendo pouca coisa menor em tamanho que a metade do Sol. Um planeta tão descomunal seria visível até com o mais simples dos telescópios, mas nada semelhante foi visto nem pelos mais sofisticados observatórios.
De fato, vários escritos dizem que Hercólobus foi avistado por observadores durante viagens astrais conscientes e a cosmologia suméria se refere a um astro de proporções semelhantes, denominado Marduk que teria trazido do céu os deuses que criaram a civilização humana.




Em alguns círculos esotéricos afirma-se que Hercólobus surgirá durante um eclipse e que está se aproximando do nosso sistema em movimento uniformemente acelerado. Mas os cientistas dizem que a menos que este planeta, existindo, tenha uma velocidade de deslocamento maior que a velocidade da luz,
já poderíamos vê-lo.

Para os que crêem que Hercólobus se aproxima, os dados astronômicos não importam muito, pois ele é o instrumento da vontade divina, muito mais que um fenômeno cósmico. E chegará no tempo e modo previstos. Os sinais de sua aproximação, contudo, já se fazem sentir pelas mudanças da natureza e como resultado da decadência humana. É o que explica os recentes terremotos, maremotos, erupções vulcânicas inesperadas, mudanças climáticas etc.
Para alguns, no entanto, como o desaparecimento dos lêmures e dos atlânticos não foi o fim de tudo, os humanos também não perecerão completamente.
A Terra passará por transformações que durarão milhões de anos, mas entre os poucos sobreviventes estarão os que haverão recebido o "graça divina" independentemente da religião a que pertençam. Estes serão abrigados por Deus, que os orientará do mundo astral. Por fim, seres de outros planetas virão em suas naves para auxiliar os sobreviventes no Êxodo ao Oceano Pacífico, onde reconstruirão o mundo a partir de uma ilha que surgirá.

E um novo tempo começará.
Até uma nova visita de Hercólobus.



Publicado http://www.aguaforte.com/antropologia/Hercoobus.html

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