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quarta-feira, 18 de abril de 2012

A MALDIÇÃO DO DINHEIRO ENTERRADO

"Dizem as antigas lendas de regiões antigas de diversos países, que os espíritos de pessoas egoistas e mesquinhas, após sua morte, vagam pelo nosso mundo guardando os tesouros deixados para trás, e que só conseguiriam sua liberdade após alguém descobrir onde esses antigos valores estariam enterrados!
Mas afinal, no que se baseiam as lendas, em fatos? "

Antigamente existia uma forma muito particular das pessoas guardarem suas economias.
Elas enterravam ou escondiam seu dinheiro, seja em algum lugar na mata ou até mesmo em casa debaixo dos colchões e por aí vai.
Isso acontecia com mais frequência na zona rural, já que banco nessa época era previlégio de poucos.
O curioso dessa prática era que, quando a pessoa partia desta vida, ela tentava de alguma forma avisar para alguém desenterrar o tal dinheiro.
A alma da pessoa ficava penando até encontrar uma pessoa que tivesse coragem para desenterrar, pois diziam os mais velhos, que no trageto do resgate, apareciam várias assombraçoes para impedir que a pessoa não conseguisse desenterrar o dinheiro, e como consequência a pobre alma continuaria penando.
No começo do século XX na cidade de ibalbinha, zona rural do Maranhão, existia uma pobre viúva bem jovem nos seus dias, a qual era mãe de vários filhos, sendo que seu único serviço era quebrar côco babaçu, uma prática bem comum no Maranhão.

A pobre mulher levava uma vida muito sofrida.
Um dia ela teve um sonho onde alguém lhe falava que em uma serra, em um determinado local, existia um dinheiro enterrado.
Ela preferiu não dar atenção para esse sonho, já que para ela, não passava de um simples sonho.
Mas o curioso era que ela começou a sonhar várias noites seguidas sobre a mesma coisa.
Um dia ela decidiu que iria atrás daquele dinheiro citado no sonho.
Então ela chamou dois compadres seus, que por sinal eram pessoas bem ambiciosas.
Saíram a tarde e foram para aquela serra mostrada no sonho.
Já chegando no local, eles começaram a cavar. Cavaram até a pá bater em algo, sendo que naquele momento o compadre fez um sinal para sua esposa, desconversou e tratou de falar para a pobre viúva que ali não havia nada de valor não, seria um engano.

Então a pobre mulher desiludida foi embora juntamente com eles.
Quando caiu a noite, o compadre mais a comadre retornaram à serra e desenterarram uma butija cheia de dinheiro da época.
Após pouco tempo eles botaram uma vendinha, compraram uns gados e algumas terrinhas.
Mas não demorou muito para que as duas filhas do casal viessem a morrer subitamente.
Pouco tempo depois a esposa caiu doente, sendo que o seu marido gastou todo o dinheiro que restava com ela, mas sem êxito, pois a mesma faleceu.
Ele ficou na pior, perdendo tudo acab ando por morrer praticamente em seguida.
A pobre viúva continuou na sua miséria, mas eles não usufruiram do dinheiro que não era para eles.
Dizem que este fato foi verídico, e pela ganância daquelas pessoas, acabou acontecendo toda aquela desgraça.
A alma que vagava se libertou finalmente do dinheiro que a prendia na terra após o mesmo ser desenterrado.
No Maranhão, existem diversas histórias sobre casos de dinheiro enterrado, sendo muito comum naquela região.
fonte: alem da imaginação.com

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