caveiras contadoras

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A ARCA DA ALIANÇA

“Então levantarás o Tabernáculo conforme ao modelo que te foi mostrado no monte”

                                             (ÊXODO, Cap. 26, VS. 30)



“Porquanto a Nuvem do Senhor estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas”. Um dos maiores mistérios do passado foi, sem dúvida, o episódio bíblico relativo ao Êxodo – a fuga dos Judeus das terras do Egito, levando consigo a Arca da Aliança, um misterioso artefato que segundo a descrição do antigo cronista – precisamente Moisés, o Patriarca do Povo Eleito – deveria ser manipulado somente quando se acendesse as suas “lâmpadas” e também devidamente guardado em um Tabernáculo no qual somente se poderia entrar mediante a utilização de roupas especiais! A Arca Sagrada, denominada a Arca da Aliança, certamente era um artefato tão poderoso e avançado que emitiria até tensões de alta voltagem, já que a própria Bíblia chega a relatar a morte de dois seguidores de Moisés que a manipularam sem a utilização das “varas” isolantes especiais com as quais deveria ser transportada!


A Tradição Egípcia sempre fazia uma alusão velada a esta Arca, conforme se pode constatar na imagem do deus Ba-Neb-Tettu, cujo simbolismo é por demais expressivo para aqueles que o entendem: este deus egípcio esotericamente representava a “alma viva de RA”, ou o DISCO – de onde provêm as radiações do Espírito Divino. À sua direita, a deusa MAAT que representava a verdade, talvez uma versão dos “Querubins” que conforme a versão bíblica guarneciam a Arca Sagrada. Nessa imagem, podemos ver ainda, no fecho da arca, o sinal cujo significado é “Mistério Velado”. Porém, o mais expressivo de todos é o símbolismo da serpente alada, a guardiã do conjunto, que em síntese significa SABEDORIA e proteção EXTRATERRESTRE!!!!



Na própria tumba de Tutankamon, faraó da XVIII Dinastia, os arqueólogos encontraram uma outra representação dessa Arca, sobre a qual repousa a estátua do deus-chacal Anúbis – o que significava uma clara advertência aos profanadores!



Os faráos das antigas Dinastias eram todos eles altos iniciados e por isso mesmo guardiães da Sagrada Herança e da Antiga Tradição. Era, pois, comum nas suas tumbas a colocação de certos utensílios que os arqueólogos tradicionais interpretavam como “adornos”, mas que na verdade continham um profundo simbolismo velado, somente alcançado e entendido por aqueles que também sejam iniciados! A Arca é um desses símbolos, assim como o Tabérnaculo que por sua vez representava o Templo Sagrado que a abrigava.


Há muitas controvérsias, mas ao que tudo indica teria sido Ramsés II, soberano da XIX Dinastia (1290 – 1224 A.C.) , o faraó do êxodo. A Bíblia relata um grande confronto entre ele e Moisés, que desejava deixar as terras do Egito e, segundo o Livro Sagrado, livrar o Povo Judeu da opressão e da escravidão a que era submetido. Pelos antigos relatos, o faraó relutava e o ameaçava, porém teve que ceder diante das prodigiosas e muito persuasivas demonstrações de “magia” e força que assolaram o país, dentre elas a chamadas “Sete Pragas do Egito”.

Assim se escrevia o nome do faraó Ramsés: o simbolo solar RA; os sinais MAS e SES (“nascido de…”), portanto RAMASSES que significa “Nascido De RA”, ou “Filho de RA.”



E assim se escrevia o nome de Moisés: MASSES…. Um nome tipicamente EGÍPCIO e não hebreu! Literalmente significa “NASCIDO DE…..”, faltando dessa forma o nome do pai! Dizem os Livros Bíblicos que a princesa, filha do faráo, retirou-o quando bebê das águas do Rio Nilo quando vagava à deriva em um cesto. Seria uma criança enjeitada? NÃO! Tudo indica que ele era mesmo egípcio, talvez um filho oculto dessa mesma princesa e portanto um PRÍNCIPE com direito à sucessão ao trono do Egito! E mais ainda: a Bíblia nos diz que ele era “INICIADO NOS MISTÉRIOS EGÍPCIOS” e por conseguinte membro da Fraternidade que oficiava nas Escolas de Mistério. Por outro lado, sabe-se que essa Fraternidade oculta era sucessora em linha direta da perdida Civilização Atlante – portanto guardiã e sob a égide da Ciência Extraterrestre – e mantinha sempre no poder temporal do Egito os membros dessa predestinada linhagem. O declínio daquele país começou exatamente neste período que antecedeu ao Êxodo, quando ocorreu a infiltração estrangeira e os soberanos perderam a identidade moral e espiritual, abandonado assim as Tradições mais antigas e sagradas.




Diante do “argumento irresistível” das “Sete Pragas”, Ramsés, embora muito a contragosto, determinou a saída do Povo Judeu do Egito que por sinal levou consigo a ARCA DA ALIANÇA na sua jornada. Contudo, armou uma cilada traiçoeira: quando Moisés e seus seguidores estavam encurralados diante do Mar Vermelho, os seus exércitos partiram para a ofensiva de modo a recuperar a Arca Sagrada e aproveitando o ensejo também aniquilá-los. Porém, a tal “Glória do Senhor”, por vezes também chamada de “A Nuvem do Senhor” os guiava e acompanhava, verdadeiramente escoltando, e ainda travou ferozes combates, dizimando as frentes militares do faraó. Diante das águas do Mar Vermelho, produziu então aquele que foi o mais impressionante de todos os fenômenos: separou as águas revoltas para a passagem do Povo Eleito e logo depois voltou a fechá-las, afogando todo o restante do exército egípcio que seguia no seu encalço!



Essa antiga ilustração de caráter religioso, nos mostra Moisés diante da Arca Sagrada, iluminada desde o alto pela “Glória do Senhor” – muito possivelmente esta “Arca” seria um potente transceptor que permitiria a comunicação entre os extraterrestres e os seus detentores! A jornada até a Terra Prometida é todavia um outro grande mistério: do Egito até lá seriam apenas cerca de 400 quilômetros. Moisés e seus seguidores, que chegaram a enfrentar rebeliões internas, levaram 40 anos para percorrê-la! Antes que fosse capacitados moral e espiritualmente a manter essa afiliação, o Povo Eleito recebeu a crença no Monoteísmo, sendo obrigado a renegar vários deuses pagãos; os Dez Mandamentos (leis de convívio moral e social); além de preceitos básicos de higiene e profilaxia, tudo isso transmitido pelo “Senhor que habitava a sua Glória”.


Então, diante de tudo isso, podemos reconstituir mais um capítulo oculto da verdadeira História da Humanidade: a Arca Sagrada seria um artefato sobrevivente da catástrofe que vitimou a Atlântida e portanto estava sediada no Egito – sob a guarda dos mais Altos Iniciados e também sob a mais estrita vigilância de seres extratrerrestres. Em síntese, uma verdadeira ARCA DA ALIANÇA – a aliança entre a Terra e aqueles que foram os nossos verdadeiros mentores e preceptores! Um artefato talvez destinado a manter comunicação e a solicitar auxílio quando necessário! Moisés, um príncipe que por legitimidade teria direito ao trono e além de tudo um Iniciado, recebera a missão de levá-la para fora do Egito, já que aquele país degenerava e entrava em declínio. Ramsés, por sua vez, não pertencia à pura linhagem Atlante que se perpetuava desde as mais remotas eras no país. Era de origem estrangeira e assumiu o trono através de um golpe de estado – relegando MASSES, ou Moisés, ao ostracismo e portanto usurpando-lhe tal direito!!!



Após cumprida a jornada, a Arca Sagrada foi levada para a Terra Prometida e algum tempo depois ficou sob a guarda do rei Salomão no Sagrado Templo especialmente edificado para abrigá-la. Mas ela, que significava poder e proteção dos extraterrestres, foi motivo de uma expedição militar comandada pelo faraó Amen-Meri-Shashank I, que por volta de 966 A.C. invadiu a Terra Prometida e saqueou este Templo, levando-a de volta ao Egito. A proteção que Salomão repentinamente perdera também não contemplou o saqueador, uma vez que a cidade egípcia de Tanis (para onde fora levada) foi repentina e inexplicavelmente destruída através daquilo descrito pelas crônicas como um “misterioso fenômeno celeste que não deixou pedra sobre pedra”…… Uma verdadeira operação de retomada, que por sinal levou consigo a tal Arca para um destino até hoje ignorado!



Não esqueçamos que nas densas, hostis e além de tudo impenetráveis selvas da Amazônia Brasileira existem várias pirâmides não identificadas, inclusive já fotografadas, e que também os índios afirmam ali existir nada menos que três cidades perdidas – cujos nomes seriam AKAHIM, AKAKOR e AKANIS – em uma das quais seria adorado um objeto milenar que os “deuses vindos do céu” teriam deixado há muito tempo e que começaria a “cantar” no momento em que eles retornassem à Terra! O filme “Os Caçadores da Arca Perdida”, talvez sem o querer, revelou ao mundo uma verdade histórica e além de tudo altamente sigilosa: os nazistas, sonhando com o poderio absoluto, de fato estavam à caça da Arca Sagrada e segundo se sabe teriam secretamente enviado às selvas do Brasil, entre os anos de 1939 e 1941, cerca de dois mil soldados na busca do tal objeto alienígena que, por algum motivo muito especial, tanto lhes interessava!

egp


Fonte: Nos Domínios Do Realismo Fantástico

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