caveiras contadoras

domingo, 15 de junho de 2014

O Dilúvio – Um estudo sobre um tema tão enigmático.

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Hoje em dia existe a aceitação cabal de todos os estudiosos, inclusive dos que estudam a bíblia, de que o Gênesis e o Antigo Testamento bíblicos têm os seus originais na Suméria e na Babilônia (que traduzem os textos sumérios) .

 Num texto encontrado em Qumran (Os Manuscritos do Mar Morto), denominado: “Quando os filhos de Deus divertiam-se com as filhas dos homens” – mais uma vez, os exegetas ficaram perplexos com este vexame enigmático, mas que consta do Antigo Testamento bíblico, situado em épocas anti-diluvianas.

 Uma vez que os especialistas estudam os textos bíblicos e “Qumrâmicos” com tanto afinco e seriedade, deveriam valorizar os seus originais e… mais do que tudo, levá-los em consideração. Só quem escreveu os originais e seus enigmas, poderia solucionar os problemas surgidos – é lógico – “logicamente”, esta seria a única solução. Ao que parece, os sábios não têm “lógica” ou… não querem ou não podem dar o “braço a torcer”!

 Os Igi-gi

 A bíblia fala sobre os “observadores”, os “Anjos do Senhor!”, os “Guardiões”, “Anakins” e “Gigantes”, “Nefilins” e “Elohim”. Nos outros “planetas” do Universo “Infinito”, os que se interessarem, encontrarão todas as traduções e as ações que estes seres desenvolveram no nosso planeta, conforme os relatos sumérios que os receberam diretamente destes colonizadores, ou VIVERAM estas epopéias, testemunhos oculares. Aqui, nos ocuparemos dos “Observadores/Anjos/ Guardiões e Gigantes”, cuja denominação suméria é Igi-gi para todos estes títulos.

 No final da nossa última “Idade do Gelo” (aproximadamente), uma raça alienígena, proveniente do planeta Nibirú/Marduk aportou na terra à procura de ouro e outros metais dos quais necessitavam, urgentemente, no seu planeta. Governados por ANU, este povo ficou conhecido, bem mais tarde, já na Suméria, com o nome de ANUNAKI.

 Da mesma forma como procederam e procedem os nossos cientistas, eles construíram plataformas espaciais em torno do nosso planeta, parte do seu plano de colonização, guardadas pelos Igi-gi, os “Observadores” (Anjos do Senhor, Gigantes, Anakins, Nefilins e guardiões bíblicos). Um destes Igi-gi, Hazazel, convenceu alguns dos seus companheiros (mais ou menos cinqüenta Anunaki) a desobedecerem às ordens superiores de não descerem na terra sem que fossem mandados e o fizeram, eles sabiam de antemão que as “Filhas dos Homens eram belas”, as “filhas dos Homens” pertenciam a uma raça que eles mesmos haviam semeado e evoluído no planeta, raça manipulada geneticamente pelos Elohim Enki e Ninti, seus superiores.

 A conclusão desta história, foi uma grande “fornicação” no planeta o que gerou o nascimento de um número enorme de crianças (semi-deuses, já que os Elohim eram considerados deuses), e pôs por água abaixo o “controle de natalidade” escrito, programado pelo Elohim Enlil, irmão de Enki, então no cargo de “Governante da Terra”. Há fortes suposições de que Enlil seja o Yahweh bíblico. O seu histórico leva a esta suposição e todos nós, os que conhecemos a bíblia, sabemos da severidade deste Elohim.

 Hazazel foi proscrito e castigado, juntamente com os seus comparsas – OS ANJOS CAÍDOS – . No Yom Kipur judáico existe uma cerimônia onde após a absolvição da culpa de toda a assembléia, simbolicamente, esta culpa é levada para um local e destinada a Hazazel. Quem leva esta carga é um bode: o “Bode Expiatório” (origem desta expressão).

 O Dilúvio

 Enlil enfureceu-se contra os terráqueos devido ao episódio descrito.

 Sabedor de que o pólo sul do planeta terra, devido à gravitação do seu próprio planeta que se aproximava, estava degelando rapidamente o que promoveria inundações, ondas gigantes (Tidal waves), maremotos violentos e um dilúvio. Então resolveu destruir a humanidade, calando-se e não tomando providência alguma para salvar a vida dos que viviam naquele planeta desobediente.

 No voto (sob pressão), Enlil conseguiu a aquiescência dos outros Elohim quanto ao seu plano e exigiu um voto de silêncio total, sobre as intenções votadas: nenhum terráqueo saberia da sentença da sua morte. Mas Enki, seu irmão, um mega cientista e o Elohim criador da humanidade terrestre a partir da manipulação genética de um símio, que já manifestava aptidões suficientes para evolução mais rápida, e era compatível com a sua raça, porque fora semeado pela mesma semeadura acontecida no seu próprio planeta. Enki não se conformava e arquitetou um plano perfeito para, pelo menos, salvar um dos terráqueos, Ziusudra (Noé), seu filho com uma terrestre.

 Noé – ATRA-HASIS

 O ATRA-HASIS é a versão babilônica do texto sumério original. O texto babilônico, escrito na primeira pessoa, inicia-se assim:

 “Eu, ATRA-HASIS, ficamos sabendo o estratagema de colocar um biombo, atrás do qual se escondeu e passou a falar em voz alta, como se falasse consigo mesmo, alertando a ATRA HASIS que deveria prevenir a população de que parasse de adorar os deuses – os Elohim. Eles não eram amigos dos homens, não deveriam receber sacrifícios de animais e as outras formas de adoração. ATRA HASIS obedeceu às ordens fielmente, mas, ninguém quis escuta-lo. O tempo urgia…

 Chamado, novamente, ao templo, por detrás do biombo, recebeu a ordem de construir a ARCA e foi alertado sobre a catástrofe iminente. ATRA HASIS devia colher e levar o sêmen de todos os animais que pudessem conseguir, para manipulação posterior e sementes de tudo o que fosse útil. Quando ouvisse o estrondo de saída do último dos “SHEMS” (os foguetes propulsores das naves) deixando a terra, imediatamente, promovesse o embarque. E assim foi feito.

 Quando as águas baixaram e Enlil acabou por descobrir o que acontecera, enfureceu-se contra o irmão Enki. Mas Enki conseguiu convence-lo das vantagens de uma aliança com ATRA HASIS. O Elohim acabou por prometer ao terráqueo de que jamais permitiria que os seres humanos fossem destruídos novamente pelas águas.
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A Arca foi desenhada por um inglês com as dimensões prescritas.
O resultado: um submarino que pode dar voltas sobre si mesmo debaixo d’água. Estes episódios estão na bíblia e nos “Manuscritos Qumran” (Para se Compreender os Manuscritos do Mar Morto) e espera-se que Yahweh /Enlil se lembre de cumprir suas promessas! O fato é que, segundo as descrições das tabulas suméricas, muitas delas já comprovadas pela ciência atual como fatos científicos re descobertos no século que deixamos, nos falam dos acontecimentos pré-perihelio, de Nibirú no nosso sistema. Sem exceção de um só fato, estamos presenciando os efeitos da gravitação deste enorme e belo planeta – origem da vida na terra, cuja órbita (no sentido dos ponteiros do relógio, ao contrário dos outros planetas) ao redor do sol dura 3.600 anos NOSSOS, o que justifica as famosas e enigmáticas “Listas dos Reis” e seus reinados centenários. Efeitos da entrada de Nibirú:
 1. Movimento acelerado das placas tectônicas
 2. Mudança, brusca, do clima
 3. Erupções violentas de vulcões. Vulcões extintos voltando à atividade
 4. Enchentes ou secas pronunciadas
 5. Degelo violento na Antártida
 6. Inquietação na humanidade e deterioração dos costumes.
 Mensagem de esperança: segue-se uma Idade de Ouro.

fonte: www.imagik.com.br

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