caveiras contadoras

domingo, 11 de maio de 2014

Uma Ode ao teu Sexo



E este Sol que me é tão solo quando sem a Lua E o amante busca a penumbra e o entardecer Entre os mundos para te encontrar e lá estar seguro Em seu ninho de aconchego e tranquilidade


Saborear parte a parte do seu ser Do perfume entre seus cabelos Tocar com os lábios o teu pescoço E ali repousar por um minuto De olhos fechados, sentindo um momento de tranquilidade


 Esse momento tão prazeroso, onde os pensamentos se vão E nada mais importa nesse universo Nem crenças ou atribuições Nada além de um momento de penumbra Descendo as minhas mãos sobre os teus ombros Sentido o calor e a pele arrepiada até chegar em sua cintura

 Deixe teu corpo quente junto ao meu, que esta tão frio e solitário Que me esquente a alma e como um lampião ilumine meus olhos E lá sobre o silêncio do quarto, repouso ao teu lado


 Tua conjunção astral sempre me liberou de minha carne

 Para que as prisões do meu ser desmoronassem E ali eu fosse o que sempre soube E nada mais me importa do que braços e pernas Toques e beijos Sopros e olhos desejosos

 E todo o que não me pertence se vai e fico em paz
 E por horas me ascendo tal como monges demorariam uma década E os espelhos refletem uma pintura de nossas formas tão clássicas Belos quadros de Botticelli

 E ali sobre os lençois repousamos para que a Lua se torne protetora desta noite

 Boa noite minha amada.

NN



o escriba

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