caveiras contadoras

segunda-feira, 11 de junho de 2012

GORGONA


Deusas Górgonas
As Górgonas, deusas gregas que detinham o poder oculto. Elas eram três: Euryale, Stheno e Medusa.
Seus rostos eram lindos e elas também tinham asas douradas. Mas seus corpos eram cobertos por escamas de lagartos e os cabelos formados por ninhos de cobras.
De acordo com o mito, elas eram dotadas de presas afiadas e garras metálicas. O olhar era tão terrível que petrificava quem ousasse encará-las.
As Górgonas viviam juntas além-mar, no mundo da noite. Suas irmãs mais velhas eram quem as protegia. Elas se chamavam Greas e tinham apenas um olho e uma presa.
Alguns estudiosos no assunto, acreditam que as Górgonas eram sacerdotisas lunares e que costumavam usar máscaras para assustar os visitantes indesejáveis. Outra hipótese, elas fariam parte de uma tribo de Amazonas da Líbia, que foram denegridas pelos gregos como sendo monstros.


Na mitologia grega, Górgona (plural: Górgones) era a alcunha que se dava a três das filhas de Fórcis e Ceto. Seus nomes eram Medusa, "a impetuosa", Estênio, "a que oprime" e Euríale, "a que está ao largo". Como a mãe, as Górgonas eram extremamente belas e seus cabelos eram invejáveis. Todavia, eram desregradas e sem escrúpulos. Isso causou a irritação dos demais deuses, principalmente de Atena, que admirou-se de ver que a beleza das Górgonas as fazia exatamente idênticas a ela.
Atena então, para não permitir que deusas iguais a ela mostrassem um comportamento tão diferente do seu, deformou-lhes a aparência, determinada a diferenciar-se. A deusa da Sabedoria transformou os belos cachos das irmãs imortais em ninhos de serpentes letais e violentas, que picavam suas faces. Transformou seus belos dentes em presas de javalis, e fez com que seus pés e mãos macias se tornassem em bronze frio e pesado. Cobrindo suas pele com escamas douradas e para terminar, Atena condenou-as a transformar em pedra tudo aquilo que pudesse contemplar seus olhos. Assim, o belo olhar das Górgonas se transformou em algo perigoso.
Envergonhadas e desesperadas por seu infortúnio, as Górgonas fugiram para o Ocidente, e se esconderem na Ciméria, o país da noite eterna.
Mesmo monstruosa, Medusa foi assediada por Possêidon, que amava Atena. Para vingar-se, Medusa cedeu e o deus dos mares deitou-se com ela. Após isso, Possêidon fez com que Atena soubesse que ele tivera aquela que era sua semelhante. A deusa da Sabedoria sentiu-se tão ultrajada que tomou de Medusa sua imortalidade, fazendo-a a única mortal entre as Górgonas.
Mais tarde, Perseus, filho de Zeus e da princesa Danae, contou com a ajuda de Atena para encontrar Medusa e cortar a sua cabeça, com a qual realizou prodígios. Pois mesmo depois de morta, a cabeça continuava viva e aquele que a olhasse nos olhos se tornava pedra.Simbolismo
Medusa seria a personificação da corrupção do próprio ego que ao encontrar diante de si mesmo não resiste e sucumbe a própria monstruosidade antes oculta.
Estênio personifica a opressão e a dúvida que assolam o espírito ignorante, isto é, sem a Sabedoria (Atena).
Euríale personifica aquilo que é desconhecido e sempre é colocado à margem da vida, porque o próprio espírito não aceita.


fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

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