caveiras contadoras

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O Padre de JK


     O finado presidente Juscelino Kubitschek, conhecido entre nós como JK, tem um relato na sua biografia muito interessante e um tanto sobrenatural. Em dezembro de 1954, enquanto ainda era governador de Minas, estava dormindo em seus aposentos no Palácio da Liberdade, era por volta das 07:45, quando a empregada bateu em sua porta e disse que um padre veio falar com ele. Pensando se tratar de um pedido de doação para a igreja, foi ver qual era o assunto que o tal padre tinha a tratar com ele. Este era baixo, gordo, barbudo, porém simpático e amigável, apenas lhe disse: "Você será um dia o grande presidente que este país precisa!" e foi-se embora. Mais tarde, ao falar com o seu chefe de segurança, este lhe dissera que nenhum padre estivera no Palácio da Liberdade neste horário. JK chamou a sua empregada e ela lhe dissera que não se lembrava de haver anunciado um padre naquela manhã. Pasmo, JK deu o assunto por encerrado e não falou par a mais ninguém. Em fevereiro de 1955, enquanto estava em Manaus fazendo o seu discurso eleitoral, viu entre a multidão de eleitores a figura do padre. Ele apontou para um de seus assessores íntimos, mas este alegou não ver nenhum padre no local indicado. Em abril de 1957, enquanto supervisionava as obras da construção de Brasília, quando caiu um enorme temporal e todos se abrigaram no Catetinho, JK viu de longe no meio da chuva o padre lhe acenar. Em 26 de abril de 1958, quando foi rezada a primeira missa nas obras de Brasília, JK viu entre a multidão o padre acenando para ele. Em 21 de abril de 1960, na inauguração de Brasília JK teve outra visão do padre lhe acenando orgulhosamente, mas toda vez que ele apontava o padre para alguém ninguém nunca o via a não ser ele. A partir daí JK não veria mais o padre novamente, até que no dia 21 de agosto de 1976, Geraldo Ribeiro seu leal motorista, estava lavando o carro na casa de seu patrão no Rio de Janeiro quando repentinamente vira um padre parado defronte a casa de JK. Ele se virou por um momento e, ao olhar de novo para o local, viu que o padre não estava mais, sumira como que por encanto. Mais tarde, ao relatar o caso para JK, Geraldo descreveu o padre, como um homem velho, gordo, barbudo e baixo, era o mesmo que Juscelino vira ao longo de sua vida, e Geraldo acrescentou em seu relato que vira o padre fazer uma coisa para a residência que lhe pareceu muito estranha. JK perguntou o que ele havia feito, Geraldo respondeu que o padre fizera a extremunção. No dia seguinte JK e Geraldo morreriam em um acidente automobilístico na Rodovia Presidente Dutra, Km 328, próximo a cidade fluminense de Resende.

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